quarta-feira, 26 de maio de 2010

Socialmente incorrecto


Vivemos num mundo muito complicado e de difícil compreensão, porque a sociedade está a ser manipulada por políticos que tudo prometeram, mas agora é o que se vê, injustiças, desigualdades, maus gestores, maus deputados, enfim, políticos de conveniência, vendedores de banha da cobra, o que é hoje já não é amanhã, é a confusão de palavras, ele disse, que o outro disse, que você disse, que eu tinha dito, é os prós e os contra, são os insultos com gestos de chifres, são os jornalistas a fotografar os segredos de possíveis imagens chocantes que por lapso possam estar no ecrã do computador, é a social-democracia, é a lei que quando sai, devia ser para todos, mas não é, enfim, depois quando há eleições, apelam ao voto, porque é um direito cívico, mas também é um direito cívico governar bem, e isso dizem eles na campanha eleitoral, mas na realidade, quando chegam ao poder, logo esquecem ou tratam de apontar os culpados que deixaram a casa desarrumada, pois para mim, como cidadão que trabalho e pago impostos assim como milhões de portugueses, temos direito a ser tratados com dignidade e justiça.

Temos o caso das restrições impostas ultimamente pelo governo que era para todos, mas afinal nem todos têm os salários congelados, pelo contrário, vão receber aumentos, segundo as noticias que têm sido divulgadas nos meios de comunicação social, até os pobres Euro deputados vão receber um iPad cada um, GRÁTIS, tomem lá criancinhas, que os vossos pais tiveram que pagar uma percentagem do Magalhães, um escândalo para nós, normal para eles, pois eles acham que tem privilégios merecidos.

Depois temos o vulcão que pára os aviões e as pessoas ficam zangadas por não poderem viajar, indignadas por as companhias de aviação não darem soluções, como se alguém tivesse culpa, temos o petróleo a poluir o oceano, e também não conseguem resolver o problema, uma tragédia ambiental brutal, que vai ser terrível para a vida marítima e para todos nós, aqueles que tanto prezam pela vida, o meio ambiente e pelos direitos humanos, estão a perder a batalha, pois os lacaios que não olham a meios para alcançar os seus objectivos, sufocam a sociedade com escândalos, negligências que provocam tragédias ambientais e humanas, dominam o mundo como se fosse só deles, mas não é, a verdade é que o mundo não é de ninguém, todos somos mortais e a vida é tão curta.

É muito triste viver num mundo onde ainda há tanta injustiça social, tanta ganância, tanta desigualdade, pelo menos nos direitos essenciais, como respeito pela vida dos outros, respeito por quem trabalha que deve receber um ordenado justo e não explorado como escravo, o que está a acontecer com muita frequência por alguns empregadores sem escrúpulos, que se aproveitam da crise e também por mau instinto, definitivamente, vivemos tempos difíceis, mas tomam-se medidas que é no mínimo, socialmente incorrecto.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Isto é um assalto


Os portugueses estão a sofrer o maior assalto de todos os tempos aos seus bolsos, mas desta vez é para quem tem e para quem não tem. Será que os que não tem, vão ter que ir também roubar para pagar os impostos que nos estão a impor? É provável que sim, já que, se os ordenados de muitos já era pouco ou não dava para pagar as contas, como luz, água, gás, mais a mercearia, as prestações da casa e outras coisas mais, agora ficarão em situação muito pior, toda a gente sabe que o problema de Portugal não se resolve só desta maneira, tirar aos trabalhadores que já ganham pouco, e que só vai alastrar a pobreza.

A crise económica não se resolve só com pagamento de impostos, mas sim produzir para criar riqueza, para poder equilibrar as contas e renovar o país estruturalmente e socialmente, mas assim o que temos e vamos ter cada vez mais, é um país mais pobre, miséria, caos, mais desemprego, marginalidade, decadência.

Tudo isto por causa das irresponsabilidades cometidas por muitos gestores e oportunismo de outros, que geriram mal e tiveram a inteligência egoísta e fraudulenta de desviar fundos, com que enriqueceram e mesmo assim ainda tiveram a super inteligência de declarar rendimentos anuais de simples miseráveis trabalhadores, pois claro, mas eles, são inteligentes, nós é que somos os burros, que andamos toda a vida a puxar carroças e ainda vamos ter que ser nós a salvar o país que eles desgraçaram, se ainda tiver salvação, o que é pouco provável

Estamos fartos de ver e ouvir os políticos a falarem na televisão, com palavras de esperança e optimismo, que até o diabo desconfia, mas não apresentam soluções credíveis nem reais, a capacidade de governar este país desvaneceu-se, e as ideias para desenvolver a industria competitiva com os parceiros europeus e mundiais também, não se compreende porque razão se importa produtos tão banais, que utilizamos no dia-a-dia, sempre que vamos às compras, deparamos com tantos produtos estrangeiros que nem damos conta dos nossos, ou perdemos muito tempo a procura-los.

Senhores governantes façam bem as contas, mas não pensem que é só dizer: vamos tirar um bocadinho a cada um e resolvemos todos os nossos problemas, pois os problemas vão ser muito maiores. Já pensaram quantos mais portugueses vão deixar de pagar os seus créditos de habitação e de consumo aos bancos? Quantos mais desempregados vai haver? E o consumo cada vez menos? É esta política de economia que os excelentíssimos governantes aplicam? Pois então vejam bem lá o negócio dos submarinos, porque este barco já está a afundar, não metam, mais água. Já agora não usem aquela velha frase dos assaltantes: Isto é um assalto. Dinheiro ou a vida? Dinheiro já não temos, vida, pouco nos resta.

http://portuguessuavemastriste.blogspot.com/

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O povo é sereno


Aí está a verdadeira crise, para quem não acreditava, finalmente chegou a crise a todos os portugueses, agora sim vamos ficar sem qualquer poder de compra, agora sim vão fechar o resto das empresas e o comércio vai ficar ainda com menos hipótese de sobreviver, porque quem já não tinha nada, ainda vai ter que roubar para dar ao estado, roubar as esmolas aos pobres é pouco ético por parte do governo, porque tirar a quem já não tem, é igual a condena-lo à morte, enquanto que tirar a quem tem, é apenas uma penalização, e sendo assim é condenar os inocentes e absolver os culpados, mas se a democracia é assim quem somos nós para contrariar, o povo é sereno e assim é fácil governar, até o sr. ministro das finanças se gaba que não receia a contestação em Portugal, porque os portugueses não tem por norma usar a violência, como a que está a acontecer na Grécia, foi o que ele disse numa entrevista ao canal de televisão bloomberg, é por isso que estamos sempre a levar porrada, já que não damos! levamos.

E no estrangeiro acreditam, que Portugal não está no mesmo barco que a Grécia, porque sabem que os portugueses são mártires de sucessivos governos que os massacram e aceitam tudo, até preferem morrer de fome, a derrubar o governo, aliás, nem vale a pena derrubar o governo, porque afinal, depois vai para lá outro igual ou pior, o melhor era o povo português ganhar coragem, e fazer uma verdadeira revolução, para limpar de vez o podre que este país preservou desde a linda e teatral revolução dos cravinhos enfiados nos canos das armas, de onde devia ter saído muitas munições, dirigidas aos monstros que espezinharam os portugueses e que agora lhes querem roer os ossos.

Meus amigos, só não vê quem não quer, este país não tem capacidade para acompanhar uma Europa que se quer muito produtiva, unida, e sólida financeiramente, para poder enfrentar as potencias mundiais, que cada vez mais já não é só os EUA, nas sim a Ásia e não só, mas também é verdade que Portugal, nem inserido na Europa, nem sozinho vai lá das pernas, porque Portugal sempre foi manco, e está a ficar sem pernas de vez, mas a seguir pode ficar sem os braços, se chegar a esse ponto, então, de povo sereno, passará a ser inútil.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A Europa não é a América


Os políticos fazem jus à sua arte e tentam enganar o povo, fazem tudo para tentar acalmar os mercados e todos os dias batem na mesma tecla, de que as coisas vão melhorar, quase sem dentes de tanto mentir e carecas de saber que nada está bem, parece que já não conseguem convencer ninguém das suas politicas mal geridas e sem fundamento, sem poder para impedir os especuladores, que mais parecem parasitas, sem poder para governar uma Europa ingovernável, nestes termos políticos, em que fazem parecer que a Europa é uma união, mas que de facto é uma desunião cada vez mais desigual, porque a Europa não é a América.

Os Estados Unidos da América tem um governo federal que faz da união um país, e a Europa é uma união de vários países, cada um a puxar para seu lado, ora isto não é uma união mas sim desunião, onde há ricos e pobres e os ricos mandam e os pobres obedecem, como podemos chegar a algum lado, com tantas diferenças sociais, tanta pobreza, tanta corrupção, e tanta gente a mandar sem saber bem o que andam a fazer.

Quando ouvimos os políticos a falar, até parecem convincentes e com a razão do lado deles, pois eles são especialistas em falar e ludibriar o povo, sempre optimistas, transmitem a ideia de que está tudo bem e que o povo se queixa por tudo e por nada, que não está tão mal como isso, pois é, eu entendo isso, a mentalidade do egotista é que, se eu não tenho fome, como é possível que aquele mendigo diga que está com fome, ou então passar por ele e dizer: coitadinho deve estar cheio de fome, mas não lhe dá nada, é claro que os políticos governantes ao ganharem milhares de euros, em casa deles está tudo bem, como é que vão entender a vida desgraçada de quem ganha 500 euros, com filhos para criar, assim como nós cidadãos comuns que criticamos os outros que ganham menos que nós, porque não sabem gerir o que ganham, e passam fome porque querem, poderá haver casos desses, mas também há casos que mesmo sem extravagancias, não conseguem mesmo viver dignamente, e pior aqueles que de maneira nenhuma arranjam emprego, estes, os desempregados, também criticados por não quererem trabalhar, mas também há os que realmente não encontram trabalho, e nós não reconhecemos as dificuldades que muitos têm para sobreviver, porque o dinheiro acaba mais depressa que o mês.

A Europa se continuar assim não vai conseguir os objectivos que planearam, as desigualdades, as diferenças culturais, sociais e o desenvolvimento industrial e agrícola são muitas, é como se costuma dizer, casa que não tem pão todos ralham e ninguém tem razão, uma coisa é certa, com toda esta turbulência económica, alguém deve estar a governar-se e pouco interessados nos outros. É preciso repensar a Europa unida, se deve continuar, ou se cada um deve ficar na sua casinha e governar-se com o que tem, porque isto de mandar na casa dos outros não dá certo.

A verdade é que a América é que levou com os aviões em cima, mas lá vai caminhando, com rudes golpes financeiros, onde também abunda a corrupção, envolvidos em guerras que nunca acabam, mas os EUA levanta-se sempre, porque os EUA dominam a Europa e o mundo, porque os EUA, definitivamente não são a Europa.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Só pode ser doença


O futebol arrasta multidões, envolve milhões, e desperta tantas emoções, que dá que pensar o porquê de tanto fanatismo, mais que uma religião, mais que o amor, mais que a vida, acima de tudo está o futebol, claro que, para uma grande maioria, não para todos nós, terráqueos, sempre viciados em qualquer coisa.

Eu sei que falar do mundo do futebol é complicado e estamos sempre sujeitos a ganhar milhões de inimigos, principalmente se o criticarmos, mas vou correr esse risco, embora não tenha nada contra este ou outro desporto que seja, apenas estou a dar uma opinião muito pessoal e não pretendo magoar ninguém nem nenhum clube, até porque eu não sou adepto de nenhum.

O que me faz pensar, e fazer muitas perguntas é: Porque é que alguns jogadores ou treinadores têm que ganhar tantos milhões? Claro que não é só no futebol que se ganha exageradamente, mas é o mais falado e com maior número de adeptos.

Como é que há tanto dinheiro no futebol e no desporto em geral?

Parece que sei responder a esta questão.

São os adeptos, os sócios, vários tipos de negócios que os clubes têm, o patrocínio das empresas, (que pagam salários minúsculos aos seus trabalhadores, mas para apoiar clubes, não falta dinheiro). Muito bem, mas numa altura de crise! Até parece que o mundo do desporto ainda se vai aguentando, pelo menos os grandes clubes, pois, pois, dos fracos não reza a história, não é.

O que também acho estranho, é não haver muitas críticas dos valores exorbitantes que se paga a jogadores e treinadores por parte da maioria das pessoas, pelo menos dos mais aficionados do desporto, pelo contrário, até é motivo de satisfação para alguns e motivo de conversa entre amigos, o contrato realizado pelo clube A com o jogador B e o treinador C, que envolve muitos milhões, enquanto os trabalhadores comuns ganham tostões e ainda contribuem com uma quota-parte como sócio, ou como simples adepto que vai ver semanalmente o jogo do seu clube preferido, e muitas vezes os estádios estão cheios, apesar de as carteiras andarem mais vazias, mas atenção que há casos em que para satisfazer estes e outros vícios, falta o pão em casa, ou outros bens essenciais.

Criticamos severamente os políticos e gestores de empresas e muito bem, porque também têm grandes salários, e muitas vezes sem merecerem, porque enquanto os jogadores têm uma profissão de desgaste rápido, os políticos e gestores a única coisa que gastam é a esferográfica, o teclado do computador, e saliva de tanto falar, no caso dos políticos, falam, falam e não dizem nada, nem fazem.

Só lamento é que num mundo com tanta miséria, tanta fome. Será que é justo esta desigualdade absurda? Estes senhores que ganham tanto, não sentem peso na consciência, ao saberem do que se passa no mundo, aceitarem semelhante abundância que dá para estragar, com mordomias faraónicas, vivendo como deuses no paraíso, com tantas pessoas no inferno, não por serem más, mas porque não tiveram a sorte de serem futebolistas.

O desporto sempre foi um negócio, mas agora tem passado todas as marcas da decência daquilo a que se propõe ser o desporto, que é, divertir, e um bem para a saúde de quem o pratica. Mas será que não está a ser uma doença?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mar negro


Esta tragédia do golfo do México, deixa-me transtornado, sem palavras e perdi a vontade de fazer qualquer comentário, porque não vale a pena bater sempre na mesma tecla, isto cansa, ver tanta asneira provocada pelo homem, não vale a pena apelar para pararem de destruir o planeta, pois então continuem, não é mais bonito ver o nosso mundo assim como esta imagem, o preto de morte,de poluído, sem aves no céu, sem vida no mar, perguntem às crianças, se vão gostar de viver neste buraco negro no futuro que está próximo.

Os culpados dizem que pagam, pois metam o dinheiro no ** acham que o lixo chamado dinheiro paga tudo, vai pagar todas as espécies que estão em risco e que vão desaparecer, é muito fácil dizer que foi um acidente, mas seria muito mais fácil evita-los, não fazendo aquilo que o pode provocar, não é costume dizer-se que quem brinca com o fogo, mais tarde ou mais cedo acaba por se queimar, pois é, então continuem, senhores inteligentes, e bom trabalho, parabéns, só não posso dizer muitos anos de vida, porque assim, vai ser pouco provável que a humanidade tenha, lamento que o nosso planeta, do lindo azul, esteja a ficar cada vez mais, de luto.

domingo, 2 de maio de 2010

Animais racionais?


O homem é considerado como animal racional, mas a verdade é que às vezes é mais saudável e seguro viver com os outros, os irracionais, porque com estes já temos mais cuidados, porque sabemos que eles são imprevisíveis, enquanto do homem estamos à espera de boa educação, bom senso, credibilidade, humanismo, amabilidade, compreensão e respeito, mas o que vemos em algumas pessoas é precisamente tudo ao contrário, comportando-se de maneira tão selvagem, que nem os animais da selva têm semelhante capacidade de o fazer.

A fúria que se vê no desporto em particular no futebol, dentro e fora dos estádios, nas ruas, nas escolas, em casa, nos bairros que dizem ser sociais, no trabalho, em toda a parte se vê cenas próprias de um manicómio, a total falta de educação, o álcool, a droga, faz destas pessoas autênticas feras indomáveis, que para cúmulo da estupidez, na vez de darem com a cabeça numa parede, adoram incomodar quem não faz parte do circo, e ainda têm a coragem de provocar, isto quando estão em bandos, sentem-se heróis, porque sozinhos, até o bater das asas de uma mosca os derruba.

Está-se a criar um mundo de trogloditas modernos, que a falta de inteligência não é pelo atraso do tempo, mas sim pelo tempo avançado demais, por isso faz sentido perguntar se somos animais racionais, porque hoje tenho duvidas se vamos continuar a ser racionais ou se vamos ser apenas mais uma espécie em vias de extinção.

sábado, 1 de maio de 2010

Condenados à fome


Notícia do JN diz que há mais de mil milhões de pessoas com fome no mundo, para muitos é a sentença de morte, porque os alimentos não chegam a tempo de os salvar, é mais um problema das políticas praticadas por governos que já não raciocinam, não por falta de alimentação, mas por comerem de mais, pois a agricultura ainda não faz parte da ementa politica deles, porque eles ainda não sabem o que é a fome, não sabem o que é morrer um bocadinho por dia, durante muitos dias, não sabem o que é uma pessoa perder as forças ao ponto de não se poder levantar nem tão pouco sacudir os mosquitos que lhes cobre o rosto, verem a carne a derreter, dia a dia, os ossos a sobressaírem da pele e os olhos a saírem das suas órbitas, não há maior filme de terror como aquelas imagens que toda a gente já viu nas televisões e muitos já viram ao vivo, aquele inferno, que afinal é este mundo.

Mais uma vez se põe o problema da crise. Mas afinal quem é que fez a crise? Quem especulou? Quem roubou? Quem arruinou a economia? Os pobres não foram, então porque será que têm que ser sempre as principais vítimas? Os principais causadores, ainda beneficiam desta ruína financeira, pois o que vemos é os governos a ajudar os impérios, para que não caiam na desgraça, que seus gerentes causaram, rios de dinheiro continuam a cair num saco roto como chuva a cair no oceano, e o investimento nas guerras também continua dantesco, para alimentar interesses dos que se dizem senhores do mundo, é odioso pensar que o dinheiro que se gasta nas guerras dava para alimentar estas pessoas que sofrem de má nutrição e evitar que muitas morressem à fome, deviam era investir na agricultura onde esta fosse viável e fazer chegar os alimentos às regiões mais fustigadas pelo clima.

As alterações climáticas, vão agravar ainda mais este drama para juntar às asneiras dos donos do mundo que contribuíram e continuam a contribuir para que as alterações climáticas cheguem mais cedo e de forma mais violenta, que vai espalhar o caos neste planeta, que está a ser destruído por mãos criminosas, em nome da economia, que afinal, mesmo assim, está arruinada.