segunda-feira, 27 de maio de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Coadoção, ou estupidificação?


Não me interessa se está aprovado, porque afinal já existem tantas leis da desordem, que não tem conta, nem estou muito interessado neste e em muitos outros casos, pois afinal eu não mando nada, mas também não vou deixar de dar a minha martelada neste caso, que para mim, não passa de mais um passo da desorientação bem visível da humanidade que tudo faz para contrariar a natureza, e os resultados têm sido visíveis ao longo dos tempos, tornamo-nos numa espécie de Frankenstein dos tempos modernos, e a estupidificação que tão bem nos fica, também tem sido a nossa querida dama de companhia. Não é que eu tenha algo contra os homossexuais, respeito, e reconheço os seus direitos, embora tenha que haver limites, assim como há para todos nós, até porque não se pode criticar o que é considerado uma doença genética do foro psicológico, e até este diagnóstico foi renomeado para, desvio sexual, pela OMS (Organização Mundial da Saúde), mas para mim, é mais importante defender as leis da natureza, e para aquilo a que a nossa espécie está confinada, que é: A vida na terra existe com uma finalidade genética de procriação entre macho e fêmea, o que é normal. Depois, é claro, a natureza nem sempre é perfeita, e tal como acontece com os outros animais, teremos que acatar estes problemas da natureza e aceitar os desvios sexuais, assim como muitos outros males, que infelizmente fazem parte da nossa vida, e muita gente sofre dessa infelicidade, por isso esta minha opinião não é contra estes males ou diferenças, mas sim, contra o ultrapassar dos limites daquilo que devia ser lógico, e passou a ser quase uma moda, as liberdades também passam dos limites e muitas vezes, quando damos conta, estamos perante uma aberração de todo o tamanho e sem retorno para se salvar um pouco que seja de tal erro, e temos passado por muitos, no entanto, como cabeças duras que somos, e iludidos nas modernices, lá caímos sempre no mesmo erro, se calhar também é normal, pois o mais provável é a raça humana ter sido o maior erro deste planeta.

No que diz respeito à coadoção, seja em Portugal ou qualquer sítio deste planeta, não me convence, simplesmente porque não gosto de ver a humanidade esfrangalhada com modernices sem lógica, que desmoraliza o senso humano, e aqueles que gostam de pensar direito, mesmo com as leis tortas. Compreendo que o filho seja de um dos cônjuges, e que este queira juntar-se, ou casar com outra pessoa do mesmo sexo, mas isto é pensarmos nos adultos! E as crianças? Como é que fica a situação das crianças? Têm que aceitar o que os adultos querem, mesmo sendo um deles o pai, ou mãe? Porque é que tiveram o filho se já tinham outra orientação sexual? Porque é que casais heterossexuais têm filhos, se não têm condições para os criar? Não será melhor, uma pessoa quando vê que não é responsável, não tem competência, não tem condições económicas, tem problemas graves de saúde, ou tem outra orientação sexual, deixar-se estar quietinho, sozinho, livre, tranquilo, e evitar problemas a quem vem ao mundo, sem culpa da estupidez humana? Será tão simples assim convencer uma criança de tais mudanças? Será assim tão fácil explicar a uma criança, que vive com dois pais adotivos, ou duas mães adotivas, simplesmente porque a lei diz que pode, e os adultos querem? E a confusão que vai naquela cabecinha, ao ver os amiguinhos que têm pai e mãe, que é o normal, e ela tem dois pais ou duas mães! Quem vai responder à criança com toda a verdade que ela tem direito, a todas as perguntas que ela vai fazer? Quem vai saber se a criança vai realmente, alguma vez aceitar, ou se vai aceitar mais ou menos, porque é bem tratada e mimada, e no benefício da dúvida, ela aceita a situação por algum tempo, e depois será tarde para voltar atrás, e o trauma inicial passou a ser enorme e irreversível. Alguém pensa nos monstros que se criam dentro de nós silenciosamente, que nos acompanham por toda a vida, e muitas vezes explodem muito antes do nosso fim, e causam miséria, tragédia e caos?

Já sei que muita gente me irá condenar pela minha opinião, e até não faltam relatos de casos de muito sucesso! Sim, está bem! Mas, será mesmo verdade? Não sabem que há muita gente que vive num paraíso dourado, mas interiormente, vivem num inferno, de sofrimento e de uma liberdade amordaçada? Porque, para se ser feliz e amar, não basta dizer que se é feliz, e que se ama, é preciso ser feliz e amar verdadeiramente, e para isso, não me parece que seja o mais ideal, viver no seio de uma família estranha, diferente das outras, com costumes diferentes, ideias descabidas da realidade moral e incompreensível, principalmente para crianças, a não ser que queiramos continuar a ter um mundo de insatisfeitos, desorientados, tresloucados e cada vez mais diferente, e não com a tal igualdade que se pretendia, que seria: Todos diferentes, todos iguais! Mas cada macaco no seu galho.

Agora perguntam: E as crianças que tiveram a infelicidade de perder os seus pais biológicos, ou que foram abandonadas, e os familiares que não têm condições de cuidar deles? A resposta é simples e a mais lógica: As adoções por casais heterossexuais são aceitáveis, mas também há as instituições destinadas a estes casos. Dá prejuízo ao Estado? E que culpa têm as criancinhas que o Estado não tenha meios económicos e financeiros para acolher os seus filhos, que tiveram a infelicidade de vir a este mundo, por irresponsabilidade dos adultos, ou nos casos de infeliz fatalidade, por perda dos progenitores? Os impostos que pagamos são também para isto, e não para tapar buracos financeiros dos bancos e empresas mal geridas, e as crises financeiras criadas por estes e outros corruptos sem escrúpulos. Estado que não cuida dos seus filhos não merece existir, façam-se leis em prol da humanidade e do estado social, e não em prol dos interesses económicos empresariais corruptos que tudo fazem para se governarem a eles próprios, ignorando as pessoas que também têm direito à vida, e ao respeito digno de humanos. E se perguntam se uma criança não tem direito a ter os seus pais, mesmo sendo adotivos, a resposta é: Sim! Mas, pai e mãe, ou só uma mãe, ou só um pai. Planeamento familiar, educação da população bem cedo, responsabilidade, humanismo e dignidade, soa bem melhor, que coadoção.