segunda-feira, 22 de julho de 2013

De Belém a São Bento, nem faz chuva nem faz vento



O que o PR anunciou é a pior saída política 

João Semedo afirma que a decisão de Cavaco Silva de manter um governo incapaz, desastrado e condenado ao insucesso apenas se justifica pela vontade de proteger os partidos que o elegeram, e insiste que um governo sem legitimidade é um governo que merece e justifica ser demitido. Sublinha ainda a gravidade de ser o PR a anunciar que o governo vai apresentar uma moção de confiança.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Salvação, ou tragédia nacional?


Para quem tem dúvidas, só resta avivar a memória, ouvir, ver o que o rodeia e perguntar: Mas afinal o que se passa? Bem, o problema maior é que não se passa nada, ou seja passou-se tanta coisa que acabamos por descobrir que não se passa nada, nem que venha de novo o primeiro rei de Portugal e todos os heróis que se seguiram, até aos nobres e geniais doutores de hoje, e tudo ficará na mesma, simplesmente porque já não há nada a fazer, e agora com estes charlatães, então é que estamos feitos ao bife. Quem quiser acreditar que acredite, mas eu vou continuar a ser inconformista e pessimista perante toda esta anedota de país do qual fazemos parte. Então não é que agora querem salvar um morto! Sim, querem salvar um país que desde há muito tempo que já morreu, e ninguém deu por isso.

Cada vez que olho para um rato, eu penso que ele é, e sempre foi muito mais inteligente que os seres humanos, e cada vez que olho para os humanos vejo cada vez mais seres bizarros e de uma decadência tão mórbida e ignorante, que assusta muito mais que o pior dos monstros, penso que estamos rodeados de inimigos e vamos ser devorados por eles, caímos na armadilha que nós próprios fizemos.

Já viram com quem estamos metidos? Políticos que nos querem salvar e que nos traem a toda a hora, todos os dias e eternamente, como eles se atacam, mas depois aliam-se, dizem e desdizem, como eles brincam com o sentimento das pessoas sem pensarem no transtorno que causa psicologicamente no povo, com que leviandade eles se desculpam, como se fosse fácil as pessoas compreenderem, que os génios da política podem errar levianamente, ou por interesse, será compreensível que, apesar de tudo o que se passa, as sondagens não enganam e continuam a ditar o que sempre foi certo, a vitória nas eleições são sempre dos mesmos e não há volta a dar. E se houvesse, o que teríamos? Mais do mesmo, ou seja, nada, a não ser a tragédia do costume.      

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O significado das palavras


Com os novos políticos e as ideologias políticas de Portugal e em geral no mundo inteiro vamos vendo que tudo é possível e facilmente reversível, a mentira está em voga, mesmo quando sai da boca dos mais ilustres e absolutos lideres que destinam as vidas das pessoas, vale tudo para se conquistar cada vez mais poder e mais uns troquinhos, pois não! As palavras já não significam muito e pode sempre desmentir-se ou dar uma desculpa qualquer, quando se é confrontado com o irreparável erro de ditos e não ditos.

Com os políticos ficamos a saber que, irrevogável pode querer dizer muita coisa menos o verdadeiro significado da palavra, pode depender do dia em que a aplicam, ou o estado de espirito em que estão, hoje podem dizer essa palavra, mas amanhã fazem de conta que nem a disseram, o que faz com que tenham um caráter de baixo nível, a palavra de honra já foi coisa de outros tempos, mas hoje o irrevogável pode ser sempre revogável, basta que as propostas sejam aliciantes e que se consiga tudo o que se pretende, e pronto, esquece-se logo o que se disse, o que interessa é conseguir o que se quer a todo o custo, as palavras leva-as o vento, porque a vergonha e honestidade já não existe, e ninguém exige que se respeite os outros, neste caso, sendo políticos que estão a governar é muito mais grave, porque se trata de todo um povo que deve ser respeitado, e o que temos assistido, é grave demais.

Ficamos a saber que corrupção é apenas um desvio de capitais ou de interesses de vários tipos, influências de poder, e não um roubo, até ficamos a saber que, enriquecimento ilícito e rápido, é fruto do trabalho, mas mesmo assim não têm nada no nome deles.

Ficamos a saber que greve é um direito dos trabalhadores, mas que devem ir trabalhar, e muitos são obrigados a trabalhar, mesmo que não seja em serviços de extrema necessidade ou caso de risco maior para a população, visto que os serviços mínimos estão a ser cada vez mais máximos.

Ficamos a saber que as pessoas que divulgam os podres dos poderosos donos do mundo, violadores dos direitos humanos e de privacidade, são perseguidos, considerados terroristas e condenados à revelia.

Ficamos a saber que votar é um direito cívico, para eleger políticos, mas que depois os políticos não cumprem com lealdade o direito que lhes compete.

Ficamos a saber que, desemprego é uma grande oportunidade para mudar de vida, nem que seja emigrar, ou ficar na miséria.

Ficamos a saber que, para resolver o problema económico do país, deve-se despedir, baixar salários e aumentar impostos, juntamente com recessão.

Ficamos a saber que, uma enorme dívida deve ser paga com o sacrifício de quase todos, menos dos que têm o dinheiro para a pagar.

Enfim, ficamos a saber tanta coisa dos políticos, que cada vez estamos mais burros. 

 



domingo, 7 de julho de 2013

A política e a religião





Não! A imagem acima não está ao contrário, os nossos políticos é que estavam a içar a nossa bandeira ao contrário, adicionei à imagem, a cruz, (símbolo da religião) de forma direita, mas como eu prefiro dignificar a minha bandeira, quem deve ficar de cabeça para baixo são os irresponsáveis políticos, e o símbolo da religião deles.