sábado, 28 de setembro de 2013

Os ladrões de bancos são santos, comparado a bancos ladrões



A banca seguirá o exemplo de Chipre e confiscará depósitos para evitar colapso

O exemplo do Chipre, o laboratório do modelo de confisco de fundos privados, tornar-se-á cada vez mais prático para a banca como mecanismo de obtenção de recursos. Por Marco António Moreno, El Blog Salmón. 

Cinco anos depois do Lehman proliferam as sementes da próxima crise

Cinco anos depois do colapso do Lehman, o sistema financeiro continua tão vulnerável como antes. Nenhum banqueiro foi responsabilizado pelos seus erros e o apoio dos governos deu-lhes rédea solta para continuarem a apostar e a especular. A migração dos riscos faz-se para a banca na sombra, que não está sujeita a nenhum controle. E as instituições financeiras são agora muito maiores que antes do colapso do Lehman. Por Marco António Moreno   


A Europa encontra-se a meio do caminho de uma década perdida

Não existe a chamada recuperação económica da Europa e dos Estados Unidos. As autoridades abusaram do otimismo quando assinalaram que a recessão na zona euro tinha acabado. Há recuperação, mas só para a banca. Por Marco António Moreno, El Blog Salmón


No FMI sabem alguma coisa de economia?

O FMI errou em todos os seus prognósticos e em cada um dos seus anúncios tem de modificar o que anunciou previamente (e sempre para pior). Atualmente reconhece que subestimou os efeitos negativos da austeridade sobre o crescimento, mas continua a promover a austeridade como receita pró-crescimento. Por Marco António Moreno



- Claro que não! E para roubar é preciso ser economista? Quando o propósito é destruir, não é preciso ser doutorado, basta ser terrorista e não ter qualquer conhecimento do que é ser humano. A crueldade do poder e do dinheiro leva alguns seres que se dizem ser animais racionais, a pensarem com os membros motores e não com o cérebro e a mente. Estes não são humanos, apenas têm aparência.  

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Palavras de humano para burro ouvir






Pepe Mujica na ONU: “O deus mercado financia a aparência de felicidade”

Destoando dos discursos feitos pelos seus pares durante a 68ª Assembleia Geral da ONU, o presidente uruguaio José Mujica criticou veementemente o consumismo e defendeu que “enquanto o homem recorrer à guerra quando fracassar a política, estaremos na pré-história”.

Aos jornais uruguaios, Mujica prometera um “discurso exótico” e de facto fugiu do protocolo ao dizer que “tem angústia pelo futuro” e que a nossa “primeira tarefa é salvar a vida humana”. Sou do Sul e “carrego inequivocamente milhões de pessoas pobres na América Latina, carrego as culturas originárias esmagadas, o resto do colonialismo nas Malvinas, os bloqueios inúteis a Cuba, carrego a consequência da vigilância eletrónica, que gera desconfiança que nos envenena inutilmente. Carrego a dívida social e a necessidade de defender a Amazónia, nossos rios, de lutar por pátria para todos e que a Colômbia possa encontrar o caminho da paz, com o dever de lutar pela tolerância.”

A humanidade sacrificou os deuses imateriais e ocupou o templo com o “deus mercado, que organiza a economia, a vida e financia a aparência de felicidade. Parece que nascemos só para consumir e consumir. E quando não podemos, carregamos a frustração, a pobreza, a autoexclusão”. No mesmo tom, sublinhou o fracasso do modelo adotado no capitalismo: “o certo hoje é que para a sociedade consumir como um americano médio seriam necessários três planetas. A nossa civilização montou um desafio mentiroso”. 

Para o chefe de Estado, que já havia surpreendido o mundo com o seu discurso durante a cimeira Rio+20, criámos uma “civilização que é contra os ciclos naturais, uma civilização que é contra a liberdade, que supõe ter tempo para viver, (…) é uma civilização contra o tempo livre, que não se paga, que não se compra e que é o que nos permite ter tempo para viver as relações humanas”, porque “só o amor, a amizade, a solidariedade, e família transcendem”. “Arrasamos as selvas e implantamos selvas de cimento. Enfrentamos o sedentarismo com esteiras, a insónia com remédios. E pensamos que somos felizes ao deixar o humano”.

Mujica defendeu a utilidade da produção de recursos no mundo: temos que “mobilizar as grandes economias não para produzir descartáveis com obsolescência programada, mas para criar coisas úteis para a população mundial. Muito melhor do que fazer guerras. Talvez nosso mundo necessite de menos organismos mundiais, destes que organizam fóruns e conferências. E que no melhor dos casos ninguém obedece”. “O que uns chamam de crise ecológica é consequência da ambição humana, este é nosso triunfo e nossa derrota”.

E defendeu que é através da ciência e não dos bancos que o planeta deve ser governado.

Paz e guerra

“A cada 2 minutos gastam-se 2 milhões de dólares em orçamentos militares. As investigações médicas correspondem à quinta parte dos investimentos militares”, criticou o presidente ao sustentar que ainda estamos na pré-história: “enquanto o homem recorrer à guerra quando fracassar a política, estaremos na pré-história”, defendeu o mandatário ao criticar a política da guerra.

Assim, criamos “este processo do qual não podemos sair e causa ódio, fanatismo, desconfiança, novas guerras; eu sei que é fácil poeticamente autocriticarmos. Mas seria possível se firmássemos acordos de política planetária que nos garanta a paz”. Ao invés disso, “bloqueiam os espaços da ONU, que foi criada com um sonho de paz para a humanidade”.

O uruguaio também abordou a debilidade da ONU, que “se burocratiza por falta de poder e autonomia, de reconhecimento e de uma democracia e de um mundo que corresponda à maioria do planeta”.

“Nosso pequeno país tem a maior quantidade de soldados em missões de paz e estamos onde queiram que estejamos, e somos pequenos”. Dizemos com conhecimento de causa, garantiu o mandatário, que “estes sonhos, estes desafios que estão no horizonte implicam lutar por uma agenda de acordos mundiais para governar nossa história e superar as ameaças à vida”. Para isso é “preciso entender que os indigentes do mundo não são da África, ou da América Latina e sim de toda humanidade que, globalizada, deve se empenhar no desenvolvimento para a vida”.

“Pensem que a vida humana é um milagre e nada vale mais que a vida. E que nosso dever biológico é acima de todas as coisas, impulsionar e multiplicar a vida e entendermos que a espécie somos nós” e concluiu: “a espécie deveria ter um governo para a humanidade que supere o individualismo e crie cabeças políticas”.

Artigo de Vanessa Silva, do portal Vermelho.

Pepe Mujica: "Bombardeamento à Síria? Só se for de leite em pó e biscoitos"


sábado, 14 de setembro de 2013

Austeridade assassina, miséria e fome


Oxfam apela à Europa que abandone austeridade

A ONG internacional de combate á fome e à pobreza avisa os países como Portugal não têm saída com programas de austeridade e que a Europa deve reconhecer que a dívida insustentável não pode ser paga e deve ser reestruturada ou cancelada.

Se as medidas de austeridade continuarem, mais 15 a 25 milhões de pessoas em toda a Europa viverão na pobreza em 2025. Esta ONG considera que os exemplos de austeridade que se aplicaram em países da América Latina, Sudeste Asiático e África Sub-Saariana nos anos 80 e 90, causaram as tragédias que todos conhecemos, e agora o que se passa em Portugal e Grécia é semelhante, o que só prova que é um terrível erro político, e de lições nunca aprendidas.

   "Os países mais afetados pela austeridade assistiram a um destes impactos: ou os 10% mais ricos viram aumentar a sua fatia do rendimento, ou os 10% mais pobres a viram diminuir. E nalguns casos, aconteceram ambos os efeitos", revela a ONG, referindo-se também ao caso português, onde "o desmantelamento da contratação coletiva irá muito provavelmente resultar no alargamento da desigualdade e numa queda prolongada dos salários reais".

(Excerto do artigo publicado em Esquerda.net, para ler artigo completo, por favor clique no link abaixo, obrigado)


Oxfam apela à Europa que abandone austeridade | Esquerda

http://www.esquerda.net/artigo/oxfam-acusa-europa-de-agravar-fome-mundial

http://www.esquerda.net/artigo/pre%C3%A7os-dos-alimentos-v%C3%A3o-duplicar-at%C3%A9-2030-prev%C3%AA-oxfam 


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Objetivos do Clube Bilderberg

Excerto do livro - A verdadeira história do Clube Bilderberg - Daniel Estulin

O Clube Bilderberg anda em busca de uma era do pos-nacionalíssimo: No momento em que já não haja países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal (designado, não eleito) e uma religião universal. Para assegurar-se desses objetivos, os membros do Clube Bilderberg advogam por um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isto reduz as probabilidades de que a população se inteire do plano global dos amos mundiais e organize uma resistência organizada. Seu objetivo final é o controlo de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Atuam como se fossem Deus na Terra. Entre seus planos figura estabelecer:

• Um só governo planetário com um único mercado globalizado, com um só exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial.

• Uma Igreja universal que canalizara as pessoas para os desejos da Nova
Ordem Mundial. O resto das religiões serão destruídas.

• Uns serviços internacionais que completarão a destruição de qualquer identidade nacional através de sua subversão do interior. Só se permitira que floresçam os valores universais.

• O controlo de toda a humanidade através de meios de manipulação mental. Este plano está descrito no livro Technotrónic Era (Era tecnotrónica) do Zbigniew Brzezinski, membro do Clube. Na Nova Ordem Mundial não haverá classe media, só serventes e governantes.

• Uma sociedade pós-industrial de crescimento zero, que acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceto para as industrias dos ordenadores e serviços). As indústrias canadenses e americanas que ficarem serão exportadas para países pobres como a Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua, etc., nos quais existe mão-de-obra barata. Far-se-á realidade, então, um dos principais objetivos do TLCAN (Tratado de Livre Comercio da América do Norte).

• O crescimento zero é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há progresso, o qual torna muito mais difícil a repressão.

• Cabe incluir nisso o despovoamento das grandes cidades, segundo o experimento levado a cabo no Camboja pelo Pol Pot. Os planos genocidas do Pot foram desenhados nos Estados Unidos por uma das instituições irmãs do Bilderberg, o Clube de Roma.

• A morte de quatro bilhões (quatro mil milhões 4.000.000.000) de pessoas, as quais Henry Kissinger e David Rockefeller chamam brincando, estômagos imprestáveis por meio das guerras, da fome e das enfermidades. Isto acontecerá por volta do ano 2050. Dos dois bilhões de pessoas restantes, 500 milhões pertencerão às raças chinesa e japonesa, que se salvarão graças à sua característica capacidade para obedecer à autoridade e o que afirma John Coleman em seu livro Conspira-tos Hierarchy: The Story of the Committee of 300. O doutor Coleman e um funcionário de inteligência afastado, que descobriu um relatório encarregado pelo Comité dos 300 ao Cyrus Vanee sobre como levar a cabo o genocídio. Segundo a investigação do Coleman, o relatório foi intitulado Global 2000 Report, aprovado pelo presidente Carter, em nome do governo dos Estados Unidos e referendado pelo Edwin Muskie, secretário de estado. Segundo este relatório, a população dos Estados Unidos ver-se-á reduzida a 100 milhões por volta do ano 2050.

• Crises artificiais para manter as pessoas num perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão a população para evitar que decidam seu próprio destino, até ao extremo de que a gente terá muitas possibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala massiva.

• Um férreo controlo sobre a educação com o propósito de destrui-la. Uma das razões da existência da UE (e da futura União Americana e Asiática) e o controle da educação para aborregar as pessoas. Embora nos pareça incrível, estes esforços já estão dando bons frutos. A juventude de hoje ignora por completo a história, as liberdades individuais e o significado mesmo do conceito de liberdade. Para os globalizadores é muito mais fácil lutar contra uns oponentes sem princípios.

• O controlo da política externa e interna dos Estados Unidos (coisa já conseguida através do Governo de Bush), Canadá (controlada pela Inglaterra) e Europa (através da União Europeia).

• Uma ONU mais poderosa que se converta finalmente num Governo Mundial. Umas de quão medidas conduzirão a isso e a criação do imposto direto sobre o cidadão mundial.

• A expansão do TLCAN (Tratado de Livre Comercio da América do Norte) por todo o hemisfério ocidental como prelúdio da criação de uma União Americana similar a União Europeia.

• Uma Corte Internacional de Justiça com um só sistema legal.

• Um estado do bem-estar socialista onde se recompensará os escravos obedientes e se exterminara os inconformistas.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mas afinal o que é isso de SWAP?

 

É triste que se aplique estas palavras com tom requintado e bonito, que soa tão bem que as pessoas mais comuns até podem ficar a pensar que é mais uma invenção de alta tecnologia vinda lá das terras do tio Sam, aplicam estrangeirismos como se fossemos todos camones falantes do tão requintado Inglês que se calhar também fará parte da tão falada estrumeira globalista que por aí anda e que já fede ao longe, e o mais interessante é que ninguém se dá ao trabalho de explicar em pormenor, ou pelo menos traduzir para português o que significa o tal palavrão SWAP. É que um dia, pode acontecer que um jornalista vá pela rua fora a fazer perguntas às pessoas sobre as dificuldades que está a ter na vida, e pode levar a resposta dessas pessoas como esta: Olhe, estou a ganhar pouco! Deve ser por causa dessa SWAP que entrou na minha reforma, (ou no meu ordenado) e agora cada vez tenho menos para comer. E não é verdade? Pois é, também é verdade.

Bem, mas nem tudo está perdido, ainda há uma jornalista que se lembrou dos portugueses mais à rasca e resolveu explicar e traduzir esta palavra para os que não são poliglotas, obrigado senhora jornalista, podem ler então um excerto do artigo que ela publicou em esquerda net.

(Para ler o artigo completo, por favor clique no link ou hiperligação abaixo, obrigado)

Artigo de Diana Andringa, jornalista.

Talvez que o facto de ser dita em inglês – swaps – acrescentasse à dificuldade. Afinal, poder-se-ia dizer, em português, “permuta” – mas não será que, por trás da expressão “contratos swap”, há mais do que na versão “contrato permuta”?

O cidadão comum não sabe. Pagas a casa – renda ou empréstimo – a eletricidade, a água, a prestação do carro, retiradas as verbas para comida, transportes, farmácia, não lhe sobejam euros para investir, sequer para poupar. Permuta ou swap, os contratos que enchem os noticiários são-lhe tão alheios como a possibilidade de teleportação ou a exploração do espaço sideral.

O cidadão comum não sabe. Espera, por isso, que os jornalistas lhe expliquem. Que traduzam a palavra, e o jogo por trás dela, e o seu significado em termos da vida corrente de todos os cidadãos que compõem o Estado.

domingo, 8 de setembro de 2013

Abra a sua mente, leia e pense


Conferência no Parlamento Europeu por, Daniel Estulin
 
Bom dia a todos. Obrigado por terem vindo. O meu nome é Daniel Estulin. Sou o autor do best-seller internacional ´´A verdadeira história do clube Bilderberg`` e ´´Shadow Masters`` (Os Senhores das Sombras).

Suiça não é como a Europa. A Suiça é a Suiça. É como ir para a Lua. Não tem nada a ver com a Europa, de todo. Muitas coisas diferentes. O País é diferente, a sua filosofia é diferente, todo o seu sistema social é diferente.

Monti (primeiro ministro italiano) foi colocado no governo, para dar ainda mais poder aqueles que engendraram toda esta crise. Perante este cenário, a não ser que atuemos todos juntos já imediatamente, em união, como Seres Humanos do Planeta Terra, contra a vontade de umas criaturas que nos estão a tentar impor a vontade de uma minoria contra a vontade da maioria da população mundial, se não o fizermos em conjunto, a reação em cadeia da desintegração do sistema económico transatlântico é inevitável! O sistema global está em total queda, um colapso em cadeia de todas as aplicações financeiras está prestes a acontecer em todas as regiões. Todo o sistema transatlântico está a implodir no valor de 1 a 2 quadriliões de dólares em aplicações financeiras que nunca conseguirão ser pagas, não importa quantos empréstimos de multi triliões de dólares feitos por Obamas, Blairs, Camerons, ou Sarkozis. Tudo o que eles podem fazer, e é o que estão a fazer, é assassinar a população das suas nações com austeridades, enquanto vendem as soberanias nacionais! Isto, claro, já foi previsto pelo economista Americano Lyndon LaRouche há algum tempo atrás.

A razão pela qual eu estou aqui hoje é para falar, sobre o grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, a Goldman Sachs, e claro, a crise Europeia, e o Euro. Isto é um tipo de guerra diferente do que já vivemos até hoje, isto é uma guerra em que quem controla as operações não são os governos mas sim as grandes empresas mundiais! Eu vou repetir isto, esta é uma guerra de bastidores, os Governos não controlam isto, eles perderam, eles perderam totalmente o controlo no campo de batalha, esta é uma guerra, é uma operação comandada pelas grandes empresas mundiais. Por outras palavras, aquilo que estão a ver neste momento é um governo dirigido por empresas capazes de controlar as operações mundiais. Eu vou dar um exemplo: Itália, agora é moda ver-se em imensas capas de revistas, jornais, a imagem de Mário Monti, querendo passar a ideia e legitimar um Primeiro-ministro que não foi eleito pelo próprio povo! Monti é um filho bastardo dos interesses financeiros da Fondi (Itália). Além de Monti ser um ex-comissário Europeu, ele é também um consultor internacional da Goldman Sachs, uma das maiores e mais poderosas empresas de Wall Street. Monti é ainda Presidente Europeu da Comissão Trilateral (uma organização política fundada em 1973 por David Rockefeller) assim como também é membro do clube de Bilderberg. Monti foi propositadamente colocado no poder para preparar a próxima etapa bancária para com esta crise Europeia. Mas ele não é o único. O novo presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi, ex-Diretor Executivo do Banco Mundial, ex-vice-Presidente da Goldman Sachs Internacional, e claro o Banco Central Europeu foi nomeado para ser a instituição salvadora da zona Euro através do resgate da Itália, França, Espanha. Portanto o que temos é Mário Monti, que é consultor da Goldman Sachs, Presidente da Comissão Trilateral e membro do Clube de Bilderberg, e temos Mário Draghi, que é um Bilderberg, vice-presidente da Goldman Sachs internacional e membro da Comissão Trilateral. O que vemos aqui é ex-consultores da Goldman Sachs, que aumentaram as estatísticas gregas, possibilitando a entrada da Grécia na zona Euro. A Goldman Sachs, uma das mais poderosas empresas de Wall Street, que também pode ser denominada como: A Empresa Mundial Lda. Não se trata de um único governo mundial, não se trata do olho que tudo vê, estamos a falar de corporações, empresas, com muito mais poder do que qualquer Governo à face da Terra e a Goldman Sachs é um bom exemplo disso. E por muito que Mário Monti tente distanciar-se do seu papel e da sua posição e atividades na Goldman Sachs, estas coisas são simplesmente inevitáveis. Ele era, ele é e ele será sempre um membro destas organizações privadas e não eleitas, que controlam o Mundo pela sombra, nos bastidores.

Os resgates, da Grécia, Itália, e brevemente Espanha, são uma farsa, uma fachada destas operações. O que eles estão a fazer é tentar rebentar o sistema obrigando os Gregos a pagarem a sua dívida, pela aceitação obrigatória de uma imposição de um empréstimo europeu, em vez de darem a oportunidade aos próprios Gregos de se organizarem, com o seu próprio dinheiro. Mas como já disse antes, essa dívida não vale nada! Tal como a dívida da Irlanda não vale nada, a de Itália não vale nada, tal como a dívida da Espanha não vale absolutamente nada. É dinheiro de monopólio! Por isso, pedir aos Estados membros de uma Europa à beira de um colapso financeiro total, para contrair novamente uma dívida que eles nunca irão conseguir pagar, isso significa que eles vão com toda a certeza, destruir a Europa. E tudo isto tem sido feito propositadamente, porque ninguém, nem sequer o Barroso, que é um autêntico idiota, ninguém acredita que a Grécia, a Irlanda, Portugal e Espanha possam ser salvas. Eles estão muito empenhados nestas operações, em ´´salvar`` estas nações. E o porquê deste empenhamento específico em resgatar (endividar) estas nações, que é o que está a acontecer neste momento, tem como objetivo alcançar o que os Eurocratas desejam há muito tempo: Uma união política que a Merkel recentemente denominou de um Império de um Super Estado, à custa dos Estados-membros Nacionais Europeus, tomando controlo sobre as economias dessas Nações assim como escolher para representar a União Europeia ditadores não eleitos pelo Povo, como o criminoso Herman Van Rompuy e o seu idiota psicopata José Manuel Barroso. De volta a 2009, ano da conferência dos Bilderberg, eu publiquei este assunto no meu relatório dos Bilderberg. Nesse relatório eu revelo que uma das soluções para a crise, que foi planeada pelos Bilderberg, passa pela criação de duas Europas. De um lado temos a 1ª divisão Europeia, a França, Alemanha, os países fortes, e o outro lado, temos os PIGS, a Espanha, Portugal, etc… E pelo que neste momento todos sabemos, este é um dos planos que está a ser preparado por esse governo que atua nos bastidores sem que o Povo tenha voto na matéria! Tinha muito mais a dizer, mas é melhor parar, porque penso que existem jornalistas que querem fazer algumas questões. Muito obrigado.

Como já disse anteriormente nesta conferência, o sistema está afundado em dívida, não há muito que se possa fazer, simplesmente não existe dinheiro suficiente para salvar toda esta bolha de especulação financeira, de 1 a 2 quadriliões de dólares duma dívida inútil, sem qualquer valor, por isso o que se vai fazer? Por muitos triliões de dólares que se imprima, nada se resolve, é irrelevante. Eu gostaria de responder ao que a Mara Bizzotto disse há pouco e à questão daquele jornalista, respondendo a ambos: Uma das coisas que estamos a assistir neste momento, quando se referiu aos estudantes italianos, ao desenvolvimento e ao norte de Itália, aparentemente para o mundo em geral eles falam em Crescimento zero, o conceito é Crescimento zero. Há 300 anos atrás, um grupo de génios Alemães, calcularam a relação direta do progresso e do crescimento com a densidade populacional. Ou seja, se tu queres aumentar a população, e se aumentas o crescimento e o progresso tecnológico, tu vais ter mais pessoas no Planeta. Consequentemente, se tu és da Elite, e repara a questão é que vivemos num pequeno Planeta, a Terra, com recursos naturais limitados. Se tu és o Rockefeller, e isto é apenas um exemplo para personificar pessoas poderosas, tu vais-te certificar e fazer tudo ao teu alcance para que os recursos naturais nunca te faltem, como por exemplo água. Tu não vais querer que o Planeta tenha muitos biliões de pessoas. Simplesmente não existem recursos naturais suficientes. Por isso o que eles estão a fazer neste momento é lógico. Eles estão a destruir a Economia Mundial propositadamente! O Rockefeller não necessita de vender os seus sapatos para viver. Ele tem todo o dinheiro do Mundo! Eles têm quadriliões de dólares em dinheiro, terras, gado. O que eles precisam é que eu e tu morramos, para que eles possam beber a sua água. Eu não consigo ser mais claro do que isto. E é por causa disto que agora se vê na imprensa, diariamente, a frase Crescimento zero. Se não tens crescimento, se não tens desenvolvimento, tecnológico ou outro tipo de desenvolvimento qualquer, vai acontecer um declínio na população. Esta é uma das razões porque eles tanto falam nisso. E por isso é que eles estão a destruir a Economia Mundial, de propósito. E pessoas como Monti, Draghi, Papandreou, todos estes indivíduos são peões, eles sabem que são atores de um palco, eles conhecem as regras do jogo, porque Monti vai a todas estas reuniões, ele é um insider, ele compreende tudo o que se está a passar. Uma das razões pela qual ele foi escolhido para ser o Primeiro-ministro, ele foi escolhido, ele não foi eleito, ele é um filho bastardo. Ele foi escolhido para ser o Primeiro-Ministro, porque eles sabiam que podiam confiar nele para fazer o que lhe é dito para fazer, tal como podem confiar no Barroso para fazer o que lhe é dito para fazer, e com os outros é a mesma coisa. As pessoas que estão no Poder ao nível Europeu, nos Países, Corporações, Governos, Organizações Mundiais tais como o Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, todos estes indivíduos são pessoas do lado deles. Ninguém que pense em defender um Estado Nacional Republicano, que nos tem dado tudo aquilo que temos adquirido ao longo de 650 anos, a Constituição, a nossa própria moeda, ninguém que seja a favor de um Estado Nacional Republicano, está numa posição de Poder. Se esse fosse o caso, este homem não seria o Presidente de Itália.
Daniel Estulin

- Esta é a verdade pura e simples do que se passa nesta Europa e no Mundo, os senhores que se governam, e que dizem que governam os países, sim governam os carneirinhos escravos que são dominados à chibatada, para os servir. Abram as mentes, abram os olhos e digam não à mentira e desrespeito pela humanidade, que é diariamente humilhada, escravizada, espoliada, assassinada, em prol da riqueza e da ganância dos abutres diabólicos. Não se distraia com coisas supérfluas, não ligue tanto ao futebol, desligue a televisão, ou veja e ouça coisas de grande interesse para si, para os seus e para o futuro da humanidade. 

Veja só, eu que não tenho descendentes, e já acima de meio século de idade, estou para aqui preocupado com o que vai acontecer aos outros, sim porque para mim já nada me interessa, brevemente estou de partida para melhor, ou seja vou estar bem morto. Mas no entanto, distraio-me a escrever o que penso e a procurar saber o que realmente se passa no mundo, não propriamente pela televisão, (porque já vi que estão todos comprados e alienados) mas por outros meios, procurando a sabedoria daqueles que lutam pelos interesses do povo e não dos donos do mundo, há muita gente na Internet a prestar um serviço público sem qualquer lucro financeiro, mas com vontade de ajudar e alertar os outros, perdem todo o seu tempo livre a divulgar os podres deste mundo e de quem o governa, mas está nas mãos de todos, de toda a humanidade se ajudar a ela própria, caso contrário seremos sempre os instrumentos de diversão deles. 
António Oliveira