quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A mãe de todas as crises


Alguns dos maiores gestores de investimento do mundo alertaram nos últimos dias para a existência de uma bolha gigante nos mercados financeiros e para os prejuízos que o seu rebentamento poderá provocar. Um dos gestores diz que “todos os preços dos ativos estão artificialmente elevados”.

- O mundo ainda mexe, porque esta crise é apenas o começo da derradeira crise, e esta sim será para dar o golpe final e começar a implementar a nova ordem mundial, foi isto que os senhores Bilderberge planearam, e claro, tinha que ser cumprido, pois se eles é que mandam, (quem é o Portas, ou o Coelho, para os contrariar) ninguém os vai impedir que se cumpra a profecia mais bem planeada de todos os tempos, aliás desde que o mundo começou a evoluir tecnologicamente, que se previa que um dia o nosso destino seria o desastre total, não falta muito, e a parada está pronta para o grande desfile dos gigantones e marionetas marcharem para o destino escolhido por eles, que é o abismo e as trevas.
É o colapso total para todos, sem exceção, muita revolta, muita guerra, e a limpeza final que poderá ser de tranquilidade para um punhado de criminosos que de tão estúpidos que são, vão pensar que finalmente conquistaram tudo o que queriam, mas que afinal não passarão de tristes montes de trampa que continuarão a infetar o mundo que de tão mal tratado que é e sempre será, os devorará sem dó nem piedade como fizeram aos seus semelhantes.
Tudo isto não me é estranho, porque desde muito cedo que imaginava o que iria acontecer a este mundo, com tanta correria desenfreada ao desenvolvimento selvagem, com economistas que aprenderam a fazer contas em calculadoras e computadores, coitados, eles não têm a mínima noção do que é na realidade 16 triliões de dólares, (em norma europeia) muito menos 150 triliões, e por aí fora, para eles é muito fácil lidar com estes valores, até porque o número escrito por extenso não ocupa nem metade de uma única linha de escrita, numa folha A4, não fazem ideia que 16 triliões em notas de 100 dólares, ocuparia a área de um campo de futebol com a altura de mais de metade da altura da estátua da liberdade de Nova Iorque, e 150 triliões teria o tamanho de duas torres e meia de altura das antigas torres gémeas de Manhattan, mas enfim, os economistas também não passam de mensageiros do grande e falso capital. Agora rebentando mais uma bolha como eles dizem, não vai faltar porcaria por todo o lado, como se já não houvesse muita, pois é, tudo acaba, e quando se é guloso, a guloseima acaba mais depressa.




domingo, 27 de outubro de 2013

A morte fica-nos tão bem



Mais uma manifestação, e desta vez publiquei mais tarde por motivos técnicos do editor de vídeo, mas o que mais me desilude, é que em Portugal, as manifestações valem o que valem, e valem pouco, não me conformo em ir a uma manifestação, e na vez de ver um protesto, vejo uma festa, e o governo, satisfeito com a pacatez e obediência civil, lá vai dando risadas nas nossas trombas, satisfeito com a contestação pacificamente tolerante e inofensiva do povo sofredor, compreensivo, obediente, submisso, sempre pronto a mais sacrifícios para pagar a divida que existe e que até aceita pagar mesmo que não tenha nada a ver com isso. Mas quanto mais nos roubam menos importância damos aos protestos, é quase como a dizer-lhes para continuarem com a destruição do país e do povo, têm a permissão para fazerem o quiserem que ninguém os vai impedir. No entanto, em qualquer jogo de futebol, a adesão é sempre, duas, três, ou quatro vezes maior, há muito mais interesse no clube que ganha milhões, que na vida pessoal, e não falo daqueles que têm muito dinheiro para ir ver jogos de futebol, falo daqueles que vivem do rendimento mínimo, que têm filhos a vasculhar os contentores do lixo à procura de restos de comida para matarem a fome, enquanto os pais vão investir o pouco que têm no império dos multimilionários capitalistas selvagens e intocáveis.

Nos dias de hoje, só fico satisfeito por já ter a idade que tenho, mais de 50 anos e gostava de ter mais, a qualquer momento a morte é bem-vinda, pois a viagem a este planeta não passou de uma tormenta e uma desilusão, tudo ao contrário do que se possa imaginar do que é vida, quem tem o mínimo de senso humano deve pensar que não temos uma vida decente e perfeita, não passamos de restos de seres vivos que serviram para experiencias que correram mal, e por isso fomos abandonados à nossa inteira responsabilidade e sorte, não somos perfeitos, e mais, somos horrorosamente defeituosos psicologicamente, perante aquilo que o universo pode oferecer na formação de vida, já que ela existe. A prova disso é que não temos inteligência suficiente par nos governar, logo só podemos ser escória do universo, porque vivemos materialmente, quando a vida é, ou devia ser, exclusivamente pura, divinamente natural e suavemente vivida. E quem olha para a vida humana atual o que vê: Uma estrumeira, uma fossa mal cheirosa sem qualquer tipo de solução para minimizar os efeitos nocivos de infeção por vermes.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Pensões de sobrevivência, ou de fartura?


Bem, até certo ponto concordo que, se descontaram têm direito a receber conforme estava acordado nos contratos coletivos de trabalho, logo é uma falsidade, uma traição e um roubo. Mas, também é certo que ter pensões acima de 2000 euros, é porque descontaram muito e ganhavam muito bem, muitas vezes bem demais, aqui é que está o problema, falta saber se o valor que recebiam era merecido, ou se era exagerado, que é o que vemos com grande parte dos vencimentos, principalmente de políticos, gestores de empresas públicas e privadas, alguns funcionários públicos e privados, que apesar de terem um elevado nível de formação, também há exageros no valor pago a alguns assalariados, claro. Cada caso é um caso, e tudo pode ser analisável. Mas chamar a pensões deste nível, de sobrevivência, é um pouco desproporcional, porque teríamos que dar outro nome às pensões de 300 euros, deviam chamar-lhe pensões de morte, não porque os pensionistas tenham morrido, mas porque são autênticos mortos vivos com os meios de sobrevivência que têm.

Não quero aqui insinuar que as pessoas não têm direito ao que é seu, o que estou a dizer é que o sistema é que não está direito, nem tem senso comum, é desmedido, desproporcional, injusto e muito gastador, por isso estamos como estamos! Não foram as pessoas que tinham rendimentos de 300 a 1000 euros que desgraçaram o país, não foram estes que viveram acima das suas possibilidades, não foram estes que compraram mansões nem carros de luxo, nem férias paradisíacas. Estes foram os que sempre trabalharam muito mais tempo e nunca tiveram nada nem nunca vão ter, porque simplesmente foram rejeitados pelo próprio Estado, como máquinas que de tanto trabalhar, o desgaste foi mais rápido e agora nem conserto têm, só lhes resta um destino, a sucata. Mas o mais incrivelmente ridículo, desumano e criminoso, é os cortes nos miseráveis salários de 600 euros, muitos salários já estavam congelados há anos e na vez de subir, porque o custo de vida também subiu e vai continuar a subir, ainda cortam neste montante de 600 euros. Mas, no entanto os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres cada vez pobres. Malditos direitos humanos! Para que existem, se não são cumpridos?

Por isso senhores governantes, não é com estes cortes que vão salvar o país da dívida impagável, estes cortes eram mais úteis se fossem usados para salvar as pessoas que estão em pobreza extrema, que nem uma refeição por dia já conseguem ter, seria mais sensato cuidar das pessoas, que cuidar dos credores imorais sem qualquer sentimento para com as pessoas e apenas pensam no que eles têm direito, se é que têm, porque como já disse, não foram as pessoas que causaram a colossal dívida, mas eles próprios, o poder económico, para proveito próprio, é essa a realidade, e ninguém tem culpa que os interesses deles estejam acima da dignidade humana, por isso se eles criaram a doença agora que morram dela! Imaginem que um cidadão comum se endividava, e depois para pagar aos seus credores, na vez de trabalhar, passava a roubar tudo e todos sem qualquer tipo de punição! Que maravilha, e os credores encantados com o bom aluno, criminoso, mas excelente aluno e cliente, pois lá ia pagando as suas dívidas, era o que interessava, de onde vem o dinheiro, não interessa para nada, e o incentivo a endividar-se cada vez mais, era maior também, claro! Agora imaginem que um dia esse bom aluno criminoso, que paga as suas dívidas com o dinheiro dos outros, fica isolado, enjaulado, preso! O que vai fazer? É o que o mundo está à espera para saber. O que irá acontecer aos países endividados e ao mundo em geral, porque pelos vistos a tragédia é global, e o problema do dinheiro é apenas um pretexto para uma derradeira mudança, que implica uma tragédia para quase todos se não for total, por isso essa mudança não será a que todos esperam! Eu costumo dizer, e até me irrita quando oiço falar em mudanças ultimamente, porque normalmente é sempre para pior, em tudo. Sabem que mais, criamos os monstros, agora os monstros vão, e já estão a divertir-se connosco.

domingo, 13 de outubro de 2013

Pacificamente famintos



O relatório da FAO faz um diagnóstico adocicado. A crise global mergulhou o mundo num processo de empobrecimento do qual não sairemos facilmente. A cifra de 868 milhões de pessoas que passam fome não é válida. Por Alejandro Nadal, La Jornada


- É uma realidade dura mas séria e iminente, andam os políticos muito preocupados com a crise económica que eles criaram por causa da ganância, fizeram muito dinheiro com o dinheiro dos outros, mas esqueceram-se da alimentação, coitados, na verdade os robôs não precisam de comida, precisam de números e programas de computador! Pois, é assim: É certo que o clima mundial está a mudar, por consequências naturais, e agora também com um empurrão dos homens, com a desenfreada corrida ao desenvolvimento e evolução, completamente impensada nas causas futuras, e não pensaram duas vezes entre o enriquecimento rápido, e a prevenção essencial ao equilíbrio ambiental do planeta, e é claro, o investimento foi canalizado para a destruição, cidades futuristas, com muitos carrinhos poluidores, a maravilhosa tecnologia avançada e milagrosa que faz as pessoas se tornarem fanáticas e devoradoras de pequenos aparelhos de diversão, e telecomunicações, tudo poluidor, e maravilhosamente apreciado e aplaudido por nós, idiotas assassinos de nós próprios e do planeta, até nos esquecemos de comer, e quando a fome aperta, vamos apreçados a uma loja de comida de plástico e fartamo-nos de porcaria causadora de doenças e mais uma vez poluidora, esquecemo-nos da vida, como ela é frágil e pouco dada a brinquedos eletrónicos e muito menos ao desenvolvimento económico. Agora estamos numa situação de todas as crises, económica, ambiental, alimentar, social, política, e sobretudo, uma crise humanitária sem precedentes.

Nunca se valorizou verdadeiramente a agricultura, nem quem trabalha nela, os investimentos, embora tenham tido alguns avanços, não acompanharam as necessidades do crescimento populacional no mundo, e em muitos países até quase desapareceu, não obstante das alterações climáticas, era preciso criar as condições apropriadas para fazer frente a esses obstáculos, investindo em infraestruturas para que a alimentação continuasse a ser minimamente suficiente a longo prazo e tornar como base essencial à sustentabilidade de toda a população, sei que falar é mais fácil que fazer, mas fazer é preciso incentivo e investimento. Mas para onde foi o dinheiro? Para tudo, menos para a agricultura, e preservação das florestas, foi essencialmente, para financiar as guerras (mas de que maneira), a alta tecnologia espacial, (com algum proveito, mas não prioritário, devido a estarmos muito atrasados nesse ponto, e por haver outras prioridades) e na especulação dos gorilas empresariais, como bancos, e todas as empresas globalistas que invadiram o mundo que não lhes pertence, espoliaram e escravizaram as pessoas, porque tinham o poder para isso, com a ajuda das próprias pessoas que lhes deram o poder! Não é caricato? Damos o queijo aos ratos e agora ficamos nós na ratoeira. 
 


sábado, 12 de outubro de 2013

Dívida americana - Imagine o volume em notas de 100 dólares


Para ter uma ideia da quantidade de notas de 100 dólares que representa a dívida americana e até de outros países, veja as imagens e o vídeo.

Que chatice para guardar ou transportar tanto dinheiro! Mas eles, sempre têm solução para tudo, e por isso não precisam de transportar nem guradar tanto dinheiro, eles escrevem nos computadores uma grande fila de algarismos e pronto, está resolvido! Vivem de números.

O número é assustador ($16.386.359.647.942.138.794) mas não tanto como as imagens abaixo.







sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ainda alguém acredita que há solução?



Os Estados Unidos proporcionaram mais de 16 biliões de dólares (16.115.000.000.000 de dólares) em empréstimos secretos para resgatar bancos e grandes empresas dos Estados Unidos e da Europa da maior crise financeira desde a Grande Depressão. Por Marco Antonio Moreno

Atuando em segredo e nas costas das pessoas

Depois deste autêntico escândalo que a imprensa ignorou por completo, seguramente por não saber o que representam 16 biliões de dólares, Sanders declarou a 21 de julho:

“Nenhuma agência do governo dos Estados Unidos deve permitir que se resgate um banco ou sociedade estrangeira sem a aprovação direta do Congresso e do presidente”

Ainda que o Informe GAO não questione as ações da Fed, serve como um claro testemunho do nível de catástrofe em que estava o sistema financeiro há cinco anos. Demonstra também a total impunidade com que atua a Fed nas costas do governo do seu próprio país para defender os interesses da banca, que são apenas os dos seus donos. Desta forma, enquanto se faz finca-pé na dívida pública ou na excessiva despesa em saúde e educação, circulam fabulosas quantidades de dinheiro nas costas de todo o mundo.

O detalhe dos principais beneficiários destes empréstimos, concedidos entre 1 de dezembro de 2007 e 21 de julho de 2010, é o seguinte:


Todos os restantes bancos receberam 2,6 biliões de dólares (2.639.000.000.000 de dólares)
Total 16.115 biliões de dólares (16.115.000.000.000 de dólares)



domingo, 6 de outubro de 2013

Os assassinos prenderam a acusação


Os ativistas da Greenpeace foram presos pelo governo Russo, por causa dos protestos da Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico. Ora, isto para mim é revoltante e até considero um ataque cruel e assassino ao planeta e a toda a humanidade por parte destes criminosos Estados e seus corruptos e gananciosos empresários, as terríveis empresas globalistas, monstruosas e destruidoras do meio ambiente planetário, o qual já é muito massacrado pelas catástrofes naturais, pelo que não era preciso o estúpido homem contribuir para a destruição mais rápida do ecossistema. O homem age como se fosse o único estúpido a existir agora, e que já não há mais ninguém no futuro. Nem sei para que é que têm filhos? Será que estes empresários e governantes dizem aos seus filhos para comerem petróleo? E quando não poderem respirar, que andem com botijas de oxigénio medicinal às costas!

Todos sabem que há muitas alternativas a essa porcaria do petróleo, mas claro, não interessa desenvolver nem expandir essas alternativas, é claro que os interesses estão acima de tudo, até da própria vida!

É revoltante a porcaria das políticas que gerem este mundo, os que praticam e protegem o bem-estar das pessoas e do planeta, são presos, torturados, insultados, assassinados, e os que praticam o mal e a destruição, que só pensam no dinheiro, nos grandes lucros, na corrupção, no poder, são laureados, condecorados e coroados como deuses, que nojo odioso.

Coitados destes fantoches humanos que vivem meia dúzia de dezenas de anos, revestem-se de ouro e de dinheiro, todo o conforto, mordomias e regalias, mas esquecem-se que também morrem, e que nesse curto espaço de tempo que viveram, encurtaram a vida do planeta em milhares de anos, o que só demonstra que a estupidez, ganancia, cobardia, e irresponsabilidade humana, só valeu a pena durante um curto período de tempo, e não deram oportunidade a outras vidas existirem. Malditos sejam os que ignoram a sensatez e aplicam a sabedoria diabólica do poder e do dinheiro acima de tudo, esses nem mortos se sentirão bem.

Coitados de nós, macacos encurralados numa jaula tão pequena e infetada de tanta porcaria, que até é um milagre ainda existirmos. 

(Se são a favor da destruição da vida, como demonstram as imagens, então prendam ou matem todos os que são contra, é um favor que nos fazem, em solidariedade com os mártires da Greenpeace. Se não somos dignos de viver, que vivam os monstros do terror, mas sozinhos.)















sábado, 5 de outubro de 2013

A nossa bandeira nas mãos do inimigo

(Imagem de 2012)

Mais uma comemoração do 5 de outubro 2013, desta vez nem sequer é feriado, tal é o valor que os falsos patriotas lhe dão, comemora-se a passagem da monarquia para uma hierarquia republicana, a passagem dos gananciosos e ávidos por terras longínquas e saqueadores de desgraçados e modestos habitantes desses países, para uma república igualmente saqueadora, mas do seu próprio povo, a república dos ditadores sanguinários, que se converteu em democracia tecnocrata, em que se especializaram no gamanço sem qualquer tipo de punição possível, porque a lei não o permite, graças à democracia implantada por eles, (entenda-se, as leis de imunidade) um paraíso liberal onde se pode fazer o que bem entender, mas só eles!

Vejam só, como eles são dedicados, e com devoção quase religiosa a içar a nossa bandeira, como se fossem verdadeiros patriotas, (vá lá que desta vez conseguiram içar a bandeira corretamente) falsos patriotas e inimigos do povo, logo não são merecedores de içar a bandeira, nem tão pouco soar o hino nacional, falsos democratas vaidosos e traidores, muita pompa em tão má circunstância, mesmo ao som de protestos e gritos de revolta, de nariz empinado continuam a celebrar a hipocrisia e a arrogância, dando ordens aos carrascos para manterem a ordem de uma multidão de meia centena de pessoas a manifestar o seu descontentamento, enquanto se hasteava a bandeira e soava o hino nacional.

Triste povo, sem esperança, sem soberania, sem vida, e rastejante para sobreviver, como gado espoliado num prado queimado e sedento, desfalecendo aos poucos, enganado e adormecido já em sono profundo, o sonho da ilusão é confortado pelas vozes da heresia, de que tudo irá melhorar.