quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Praxe: Ritual estupido, fascista e terrorista


As praxes são na maioria delas, o espelho da decadência da juventude e da sociedade em geral, é o terrível futuro da humanidade. Apesar de terem uma boa aprendizagem, graças aos bons, mas escassos professores que ainda há nas universidades, é triste vermos que os nossos futuros doutores, engenheiros, políticos, advogados, juízes, administradores, professores, e todos os profissionais que vão dar continuação à nossa triste evolução, sejam e tenham estas atitudes tão infantis, sim porque mesmo sendo jovens, neste ponto já elevado de formação educacional, não se pode admitir brincadeiras tão estupidas, que nem os alunos do primeiro ciclo fazem, apesar de estes serem muito mais irresponsáveis, porque ainda é próprio da idade. Eu quando vejo estas cenas pelos cantos da cidade, e agora também parece que vão para o meio do mar ou quase, e das florestas, eu penso cá para mim: E vamos nós ser atendidos por um doutor daqueles, um dia destes! Há praxes que já perderam o contexto do nome, e passaram a ser um autêntico terror, selvajaria pura, muitas vezes sem normas, ficando por conta dos que lideram e organizam as brincadeiras ou torturas, que os caloiros aceitam, ou são obrigados a aceitar, por isso considero ser uma prática fascista, terrorista e muito estupida. 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Afinal quem é pirata?


Internet reage à vigilância dos Estados Unidos | Esquerda

No dia 11 de fevereiro, vai ocorrer na Internet uma jornada de contra-ataque à vigilância em massa exercida sobre a rede mundial pelos espiões da NSA dos Estados Unidos. O Esquerda.net associa-se ao movimento com este dossier, coordenado por Luis Leiria, onde podem ser encontrados os apelos e links da jornada de luta e outros artigos que ajudam o cibernauta a defender a sua privacidade. 

- Sim! Afinal eles condenam os piratas informáticos, mas quem espia a nível mundial, mesmo alegando ser em defesa nacional, não é crime, só porque eles podem? É o crime perfeito! Como o pai, ou a mãe que mata seus filhos e alega que foi um acidente! Ah! Cruel mundo que me enganas, hipócritas, tapa olhos! Uma mentira minha, não passa de uma mentira, mas mil verdades vossas, serão sempre humilhações eternas.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Alerta vermelho! Olá nova crise


Bancos europeus precisam de novo resgate de 770 mil milhões de euros | Esquerda

Ainda que os líderes europeus assinalem que a crise está a chegar ao fim, a situação da banca é bem mais complexa do que aquilo que gostariam de aceitar. Uma investigação mostra que 109 bancos europeus encontram-se em sérias dificuldades e não se descarta o colapso de alguma destas entidades em 2014. Artigo de Marco Antonio Moreno, publicado em El Blog Salmón.

- É espantoso como os políticos cantam vitória, se o grande problema ainda existe e não terá solução, pois tapar buracos que não têm fundo, tudo o que lá cair desaparece. Todos sabemos qual o objetivo disto tudo, mas não fazemos ou não podemos fazer nada, e vai ser muito difícil suportar isto tudo por muito mais tempo, a corda vai rebentar por algum lado, e é sempre do lado mais fraco, infelizmente.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A grande farsa


Troika e Governo já destruíram 340 mil empregos | Esquerda

"Taxa real de desemprego e subemprego é de 25%"

Nas contas de Arménio Carlos, que apresentou o relatório aos jornalistas, o desemprego real atinge já quase um milhão e meio de pessoas em Portugal. "Se juntarmos o número de desencorajados (inativos disponíveis que deixaram de procurar emprego), de inativos indisponíveis e de subempregados a tempo parcial, o desemprego e o subemprego aumentaram 369 milhares neste período, passando de 1.062,7 mil para 1.432 mil no 3º trimestre de 2013, o que correspondia a uma taxa real de desemprego e subemprego de 25%", sublinha a CGTP, apontando o regresso da emigração em massa como consequência da quebra do emprego e aumento do desemprego em Portugal.

"É também a emigração, a par do cada vez maior desencorajamento na procura de emprego, que explicam que a taxa de desemprego e os níveis de desemprego não sejam superiores, uma vez que quer a população activa quer a taxa de actividade têm diminuído", assinala o documento.


OIT prevê mais 13 milhões de desempregados até 2018

As políticas de austeridade e a precarização do trabalho são chumbadas no relatório "Tendências Mundiais do Emprego 2014" agora divulgado pela Organização Internacional do Trabalho.


A grande fraude, parte I: o desemprego está mesmo a diminuir? 

A questão que se coloca é: pode a mesma austeridade responsável pelo aumento sem precedentes do desemprego em Portugal estar agora contribuir a sua redução? De que forma?

Em Junho de 2011, mês do início do programa da Troika, a taxa de desemprego em Portugal era de 12,1%. Hoje, está nos 15,6%. A relação entre austeridade e desemprego é indiscutível e opera-se por diferentes canais: a redução salarial e o aumento dos impostos reduzem o poder de compra e, consequentemente as perspetivas de vendas; o aumento dos impostos indiretos, como o IVA, sobrecarrega e coloca em causa a viabilidade de setores importantes da economia; a desregulamentação do mercado de trabalho fragiliza os vínculos laborais, tornando-os mais permeáveis à conjuntura económica. 

domingo, 19 de janeiro de 2014

O feitiço virou contra o feiticeiro


“O 18 de janeiro lembra-nos que há combates fundadores da luta emancipatória” | Esquerda

No jantar que assinalou os 80 anos da greve geral de 18 de janeiro de 1934, Fernando Rosas denuncia que os trabalhadores portugueses se encontram hoje perante um ataque similar ao que o regime salazarista perpetrou em 1933. A coordenadora Catarina Martins deu o exemplo dos trabalhadores da Linha de Saúde 24, despedidos por lutarem, e garantiu que Bloco de Esquerda está presente para continuar a luta, “sem nunca desistir, as vezes que forem precisas”. 

- Até mesmo depois do 25 de abril de 74, parecia que os heróis estavam de volta! Lembro-me das lutas duras e cerradas ao capitalismo e patrões, mas era coisa séria, o que daí resultou a fuga de alguns capitalistas para outros países, com medo de ajuste de contas e o esfola raposas, mas isso foi só fogo-de-vistas, logo viram que era apenas a cede de vingança dos trabalhadores sindicalizados, para obterem direitos legítimos e acabar com a escravidão. Claro que os velhos do Restelo deitaram mãos à cabeça, ai que desgraça, o capital vai sair do país, vamos morrer todos à fome! Que lata, o capital já lá estava, eles, alguns capitalistas apenas saíram do país por terem o rabo trilhado, e foram apenas visitar o dinheiro que já lá estava. Mas na verdade, se alguns saíram outros entraram, e não é que foram outros dinossauros ainda mais famintos e sedentos de poder e glória financeira, ainda mais corruptos que os que cá estavam. Pois é, isso aconteceu logo depois dos furiosos diabos vermelhos esmorecerem os ânimos, logo que atingiram alguns objetivos nos direitos, os salários aumentaram, algumas regalias compuseram o ramalhete festivo que se adivinhava. Povo feliz, esperançado, e tudo fazia crer que a luta valia a pena e estava a dar os seus frutos.

O pior, é que normalmente quem mama não chora, e por incrível que pareça, só chora quem não mama! Então é assim: Hoje estamos assim, porque quando a classe trabalhadora pensava que os direitos adquiridos eram irreversíveis e pensando eles que estávamos numa democracia, jamais se pensou que tal poderia mudar! E o que vemos hoje? Vemos que tudo mudou, e para pior, pior do que se podia pensar, lá se foram os direitos, as regalias, e agora só temos deveres. Tudo porque os trabalhadores esmoreceram, acobardaram-se, iludiram-se, com promessas sindicalistas de que as lutas seriam para continuar mesmo que os objetivos tenham sido realizados, pois era preciso manter a unidade, a força, e o empenho, para garantir o sucesso e permanecer em democracia. Pois, mas não aconteceu! O desinteresse e o assobiar para o lado, foi notório, e de que maneira, logo a seguir a esses anos de luta desenfreada. Eu tenho pensado muito nisto, e na verdade, nessa altura eu comecei a duvidar de tanta generosidade, e disse: Um dia o feitiço vai virar contra o feiticeiro! É que, quando a esmola é grande, o pobre desconfia. Ou alguém pensava que os patrões e os governantes não se iam vingar da semiderrota que tiveram?

E agora o que vemos é que mais do que um feitiço, estamos prestes a viver o maior pesadelo das nossas vidas, agora o fascismo é encoberto e muito aliciante para os mais ingénuos, a desconfiança é total, a credibilidade inexistente, a escravidão está de volta, a repressão, violência, fome, doenças e miséria, é tudo o que nos espera. Mas cuidado, eles vão continuar a dizer que tudo está a melhorar, principalmente a economia, a deles, claro.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Restaurante 5 estrelas


Restaurante cobrou mais ao CDS para compensar roubos do Governo - JN

Os delegados do CDS Algarve que estiveram no Congresso realizado no passado fim-de-semana, em Oliveira do Bairro, dizem-se "assaltados" pelo dono de um conhecido restaurante localizado na Mealhada.Gerente desmente acusações.

- Coitados! Os meninos sentiram-se assaltados! E que tal, é bom, não é?

domingo, 12 de janeiro de 2014

Progresso da morte


Crise demográfica, um país a encolher | Esquerda

No ano que agora terminou, Portugal viu nascer menos de metade dos bebés registados em 1980. A emigração jovem bate recordes e já somos o sexto país mais envelhecido do mundo. Se as políticas erradas já vinham de antes, a entrada da troika veio acelerar ainda mais este processo. Dossier organizado por Luís Branco. 

sábado, 11 de janeiro de 2014

O desemprego é uma oportunidade


Vítor Gaspar pode ir para o FMI, José Luís Arnaut no Goldman Sachs | Esquerda

Multiplicam-se as recompensas a ex-ministros do PSD. O ex-ministro das Finanças conta com o apoio do governo alemão para ir para o FMI. Arnaut salta das privatizações para o banco que ele ajudou a se tornar no maior acionista dos CTT. O ex-ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, vai para a OCDE.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Política, a religião do diabo


O 24 de Abril de Cavaco Silva | Esquerda

As comparações entre a situação de hoje em Portugal e a do 25 de Abril feitas pelo chefe de Estado no seu discurso de ano novo estão “às avessas” e os seus “apelos ao consenso” significam uma tentativa de “reescrever a História”, denunciou a eurodeputada Marisa Matias aos microfones da Antena 1. “O 25 de Abril de que Cavaco Silva falou é na realidade o 24 de Abril”, disse. 

- No caso de Portugal, quando se faz uma revolução com o objetivo de derrubar o regime fascista e implantar a democracia, mas o verdadeiro objetivo era acabar com a guerra colonial, aí podemos concluir que à partida, os interesses de cada um estão sempre acima de tudo e ninguém está minimamente interessado no povo. Não me admira que o povo continue hoje com um enorme atraso em relação à mentalidade política e democrática, pois nunca lutamos verdadeiramente pela democracia, ela foi-nos dada de forma muito simplória, e a única educação que as pessoas passaram para as gerações seguintes, foi de que devemos continuar politicamente muito fascistas e submissos, não é por acaso que continuamos a ser governados por esse fascismo que nunca nos abandonou, que são os partidos criados por eles, PS e PSD, e é claro que os outros partidos, são considerados pelo povo como forasteiros, desordeiros e muito comunistas, que é uma coisa medonha, e por isso nunca votam neles, porque têm mais medo destes partidos que do fascismo, e na realidade, o fascismo está mesmo no sangue dos portugueses, por isso, daí que teremos que continuar neste impasse de democracia hipócrita, e o mesmo povo tísico de sempre.

Por isso temos hoje o Presidente mais partidário de sempre, um Presidente quando é eleito, deve despir a camisola partidária, mas não é isso que se verifica desta vez. Vimos um governo ser destituído por este Presidente, por causa de um simples ataque ao bolso dos portugueses por uma bombinha de carnaval, e agora somos bombardeados por misseis, e está tudo bem, até contra o poderoso tribunal constitucional eles estão, e o povo vai gemendo, mas está tudo bem, provavelmente para o ano, se não for antes, lá vão os portuguesinhos votar mais uma vez nos mesmos e continuará tudo bem na mesma, assim seja.      

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Escravos, vassouras do lixo capitalista


Sem-abrigo japoneses recrutados para limpar Fukushima | Esquerda

O lixo radioativo da central nuclear de Fukushima vai demorar décadas a limpar e escasseiam os candidatos ao trabalho. Os gangs da Yakuza também lucram com o negócio da exploração.


- Quando o lixo entra pela porta dentro da casa dos capitalistas é que eles se lembram como são úteis os mais honrados seres humanos! No entanto, mesmo assim, na vez de valorizarem estes humanos que o próprio Estado e seus capitalistas rejeitaram e espoliaram da sociedade, aproveitam-se da fraqueza destes para mais uma vez os usar, explorar, escravizar, e matar, submetendo-os a este trabalho perigoso, e que provavelmente vão sofrer danos irrecuperáveis na saúde das consequentes contaminações. Mais uma vez, com lucros enormes para alguns, principalmente para o próprio País, que assim se livrará mais rápido destas pessoas que já vivem na miséria. É triste ver como a crueldade do capitalismo selvagem age com as pessoas que eles acham que são a escória da sociedade do nível deles, como eles arranjam facilmente ´´emprego`` nestas condições para estas pessoas, já que não conseguem contratar trabalhadores no ativo para fazer este tipo de trabalho, claro, mas nem assim pagam o merecido ou muito mais que isso a estes desgraçados, que certamente até serão obrigados a fazer este trabalho, que será uma condenação à morte destes pobres inocentes e não um trabalho. Admira-me muito e revolta-me muito mais, pensar que tudo isto acontece num país da alta tecnologia, dos robôs que cada vez mais ocupam o lugar dos humanos e os atiram para o desemprego, e agora mobilizam humanos desfavorecidos e vitimas dessa tecnologia, para fazerem o trabalho sujo e perigoso! É caso para dizer: Evoluímos tão rapidamente e estupidamente para aquilo que nunca fomos, humanos, que dá dó e ficamos com saudades do tempo em que eramos selvagens.