domingo, 26 de abril de 2015

A imbecilidade humana



Esta semana foi publicada a notícia de um grupo ativista australiano que revoltou muita gente, pela forma em que a mensagem foi divulgada. Bem, há sempre aqueles que levam tudo para o campo da maldade, e só por isso a mensagem foi polémica, embora os ativistas sejam realmente contra a vacinação, é preciso acatar as ideias que muitos defendem, mesmo que a maioria da humanidade seja favorável a toda a porcaria que lhes impõem. Não é de estranhar certas atitudes da maioria da população mundial, as pessoas gostam de cumprir com aquilo que lhes dizem para fazer, só que ninguém sabe se o que lhes mandam fazer é correto ou não, e o porquê se é verdadeiramente real.

Mandam-nos vacinar contra tudo logo à nascença e até durante a vida toda. O que nos dizem, e nós acreditamos, porque eles é que sabem, e nós não temos outros meios de saber as verdadeiras razões, é que as vacinas nos vão proteger de muitas doenças. Pois é, vamos admitir que em algumas doenças é mesmo necessário essas vacinas, e é provável que sim. Mas porquê? Ora porquê! Porque nós próprios contaminamos o mundo, as doenças podem aparecer naturalmente, mas com o evoluir da humanidade as doenças passaram a ser mais comuns, mais perigosas e de rápida transmissão, até aqui podemos admitir que teríamos que inventar meios de proteção contra muitas doenças que poderiam tornar-se em epidemias, o que realmente aconteceu e acontece, mas nos dias de hoje as coisas estão a ficar fora de controlo, porque nós estamos a matar-nos involuntariamente, ou melhor, alguém nos anda a matar. Como assim? Porque, como se não bastasse as doenças criadas pela própria natureza humana, as doenças agora são uma criação humana. E porquê? Porque nos envenenam constantemente com todo o tipo de produtos, na agricultura, os produtos naturais que deviam ser consumidos como tal, são alterados e submetidos a muitos tipos de tratamentos químicos, para durarem mais tempo e para crescerem mais rápido, assim como nos produtos animais para nosso consumo, que não sendo fatais de imediato, vão passando para o nosso organismo e com o tempo vão aparecendo as doenças que depois já não se saberá as causas, ou não interessa saber, e não nos dizem. Então o que nos fazem? Para tratar dessas doenças causadas por muitos tipos de drogas, administram-nos outras drogas, os medicamentos que tanto enriquecem as indústrias farmacêuticas, para nos darem mais uns míseros anos de vida, até sucumbirmos, inconscientes, inertes, ignóbeis, e dramaticamente assassinados, um genocídio sem culpados.

Mas não é só o que comemos que nos está a matar, o próprio ar que respiramos também está e de que maneira, as doenças respiratórias estão em grande crescimento a atualmente já é uma das doenças causadoras de muitas mortes. O ar que respiramos é horrível em muitas cidades do mundo, e o bom, ou razoável, é cada vez mais escaço mesmo onde há pouca população. E a água, que vai ser o ouro mais valioso que o petróleo e o próprio ouro. A água também já é tratada com produtos químicos, para que ela não nos mate de imediato, vai-nos matando aos poucos, no entanto achamos que é um mal menor, pois é. E o que fazemos quando alguém polui intencionalmente a água? Nada, não é nada connosco!  

Não entendo porque as pessoas se revoltam contra ativistas que muitas vezes usam formas de luta e mensagens mais ousadas, berram bem alto e dão às suas ideias um tratamento de choque, não para ferir as suscetibilidades de ninguém, mas sim para chamar a atenção das pessoas. Até porque está visto que as pessoas só ouvem ou veem, quando as mensagens são duras e polémicas. Mas as pessoas só veem maldade e agressividade em quem quer alertar para os males que nos afetam, que os nossos governantes e senhores, donos do mundo nos estão a fazer. Muitos ativistas são massacrados, presos, torturados, mortos humilhados, ridicularizados, só porque defendem causas importantes para a vida humana, eles sacrificam a vida pela humanidade. E o que é que recebem da humanidade? Mais insultos, mais humilhação, desprezo, muitas vezes são acusados de bandidos que não querem trabalhar e que só andam a atrapalhar a vida dos outros. Isto só nos faz lembrar o que se passou há 2015 anos atrás, segundo nos dizem alguns livros que andam por aí, o tal Jesus que sofreu, maus tratos, humilhações e a morte, para salvar a humanidade. E o que aconteceu? Será que valeu a pena ele se ter incomodado com tanta imbecilidade neste mundo. A força dos burros prevaleceu, e até aos dias de hoje eles continuam a achar que este mundo é para burros mesmo. Parece que a ignorância e submissão fazem parte do nosso ADN, parece que estamos condenados à nossa mesquinhez e imbecilidade fatal. Condenamos quem nos quer bem, e elogiamos quem nos quer mal, porque quem nos quer mal têm o dão de nos iludir com as magicas promessas de que nos estão a salvar. E nós acreditamos!


sábado, 18 de abril de 2015

Estado, o mais cruel dos patrões!



Quando o exemplo vem de cima e esse exemplo não é o melhor, o que se pode esperar que os outros façam? Numa altura em que o nosso governo (já em plena campanha eleitoral) vai dando as maravilhosas notícias de recuperação, cofres cheios, a dar mais benefícios aos amigos patrões, mas tirando por outro lado aos mesmos de sempre, mas prometendo repor os salários da função pública, (uma guloseima para recuperar os votinhos perdidos) mais a redução da sobretaxa, (um tapa olhos ao Zé e mais um doce) enfim, as promessas pairam no ar como sempre em ano de eleições. Orgulhosos do trabalho feito e convencidos de nova vitória eleitoral, (o que é possível) e se forem sozinhos, sem o sombra do número dois, melhor, foi o que eles já deram a entender.

Mas quando vemos as tristes notícias esquerda.net de despedimentos por parte do patrão Estado, numa empresa fantasma para suporte da falida, ficando com o lixo tóxico, e os trabalhadores, que agora querem despedir, é dramático. Um governo do empreendedorismo (das pipocas), dos números enganadores do desemprego, que dizem estar a baixar, mas que as próprias empresas do Estado só têm contribuído para o aumento do desemprego. Um país a crescer (dizem eles) com uma taxa (real) de desemprego tão grande para um país tão pequeno. Um país de idosos na miséria, baixa natalidade e sem perspetivas de futuro para a juventude que está cada vez mais à rasca, a venda ao desbarato de empresas estatais para se livrarem dos prejuízos resultantes de má gerência e gastadores acima das possibilidades, com remunerações e dividendos abusadores. Um país à venda a preço de saldo para capitalista estrangeiro se lambuzar no país das maravilhas. O país dos negócios da China, dourados só para alguns. Um país onde a corrupção abunda e permanece sem grandes problemas, prendem um ou dois para dar a ideia de que se está a fazer algo, mas o bando continua a divertir-se em grande estilo.

Ainda não percebi como é possível a economia de um país crescer quando a dívida também cresce, enquanto tudo o resto diminui! Talvez seja possível, não pagando a dívida, e cortando, cortando, até não sobrar nada! Mas também é verdade que os ricos estão cada vez mais ricos! Tem aumentado o número de ricos e estão mais ricos que nunca. Talvez seja aqui que está o crescimento. O que quer dizer que o endividamento do país tem servido para muita gente se governar, quer dizer, o mal de uns tem servido muito bem os outros. Mas os pobres também estão cada vez mais pobres! Mas estes não se veem, estes não andam de carro a entupir as ruas, não vão ao futebol todas as semanas, não vão às galas do jet sete, simplesmente não se vê esta gente, ou ninguém quer ver, estão nos buracos dos bairros sociais ou de lata, no sob mundo da decadência, no inferno dos seres menores. São os valores democráticos de igualdade social, que tanto se fala, mas ninguém vê, e nada se faz.          

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Constituir família em Portugal é uma aventura


http://www.esquerda.net/opiniao/o-pais-esta-em-cima-de-uma-bomba-relogio/36632

Se clicarem na hiperligação acima, podem ler o excelente artigo de opinião da emblemática lutadora deputada bloquista, Catarina Martins, sobre a crise demográfica no nosso país. É uma realidade, e é claro que para se constituir família neste país é preciso ter a sorte de um casal ter um bom emprego, (tanto ele como ela) um emprego que se reconheça ser seguro por muitos anos e com algumas garantias de remuneração certa e usufruir de todos os direitos maternais e paternais, assim como todas as subvenções que têm direito, para que se possa ter um crescimento demográfico digno, viver e não sobreviver. Mas pelos vistos, em Portugal, isto ainda é coisa para ricos, ou quem tenha alguma estabilidade laboral e salarial, e para aqueles que se aventuram, é o que se tem visto, a miséria galopante é visível, e vê-se o sofrimento infernal que os tristes pais passam para alimentar e vestir os filhos precariamente, e muitas vezes, os maus tratos, as doenças, o abandono, a negligência e a morte, são os destinos esperados para as crianças, inocentes que não pediram para virem a este mundo. Não se pode, ou não se deve, nem tem sentido algum, colocar neste mundo uma vida humana, se não se pode cuidar dela! Mas todos deviam ter essa possibilidade e todos temos esse direito, é claro que cada um tem a sua opção de escolha, mas quem o quisesse, devia ter a consciência e a garantia de o poder fazer. Mas se os entraves são a nível social, em que os governantes por um lado querem que as pessoas tenham filhos, mas por outro lado, não lhes dá as condições necessárias! Então é muito mais grave, e a irresponsabilidade já não é só dos casais que querem ter filhos, ou dos pais que já os têm e não têm condições, mas sim dos governantes, que além de não darem as condições, também não dá os apoios essenciais à vida humana.

Mas a vida não se resume ao nascimento e aos primeiros anos de vida, enquanto crianças! A vida vai para além disso, senhores governantes! Há mais vida depois do infantário, depois dos estudos primários, secundários, universitários e a formação final. É preciso dar continuação à vida, trabalhando, senhores governantes! É preciso haver colocação no mundo laboral, para o Sr. Doutor João, ou Sra. Doutora Joana, mas também é preciso para todas as outras profissões, do Sr. José e da Sra. Maria, para que se dê continuidade a outra geração de casais que querem constituir família, mas com humanismo, sim.

Mas há outra realidade que não podemos esquecer, pior que a crise demográfica e a crise económica. O mundo está em rotura de recursos, atolado numa enorme lixeira consumista e de todo o tipo de poluições, dramaticamente prejudiciais à vida humana, com consequências irreversíveis, as catástrofes naturais serão cada vez mais visíveis e impiedosas, as doenças cada vez mais perigosas e incuráveis, as guerras provocadas por interesses políticos e económicos e que se alastram por seitas de assassinos completamente loucos. A devastação humana é uma realidade que o mundo capitalista ainda não dá a verdadeira atenção, porque essas desgraças só acontecem aos outros, os mais pobres e indefesos inocentes.

Por isso eu muitas vezes pergunto: Será que nos dias de hoje, a vida tem algum sentido? Se pensarmos que para viver temos que ter muito dinheiro e consumir muito, então temos que pensar na possibilidade de um dia tudo acabar, mesmo toda a vida existente neste planeta, talvez estejamos a chegar ao fim de mais um ciclo da vida neste planeta.




domingo, 12 de abril de 2015

A imagem que se vê, não é a que se sente


http://economico.sapo.pt/noticias/inquietacoes_215719.html

- Muitas vezes a imagem que vemos na TV não é a mesma que essa imagem nos quer transmitir. Esta jornalista transmite-nos uma imagem de simpatia, beleza encantadora e muita inteligência, mas neste artigo de opinião que ela nos divulga no Diário Económico, (clique no link acima) e muito bem, transmite-nos um olhar atento da realidade do mundo em que vivemos, e também uma crítica jornalística da comunicação social, do papel mediático e sensacionalista que são obrigados a fazer, por força maior da desenfreada comercialização e a maldita guerra de audiências a que são submetidos os órgãos de comunicação social e a média em geral; e, a manipulação pelo grande poder globalista das elites.

Os jornalistas, muitas vezes têm que recorrer a outros meios para divulgarem o que pensam. Escrevem livros, artigos de opinião em jornais, palestras, entrevistas, recorrem a tudo o que podem, porque sentem que devem dizer mais que aquilo que os obrigam a dizer nos telejornais das televisões, nos blocos noticiosos da rádio e nos artigos dos jornais. Não podemos dizer que haja uma censura muito visível, mas que se esconde muita coisa, lá isso esconde. Mas como ela diz e bem: Enfrentamos tempos difíceis e perigosos. Demasiado perigosos.