sexta-feira, 29 de maio de 2015

Ela disse, mas ninguém ouve!



Estes vídeos têm apenas algumas dezenas de visualizações no yuotube, mas se fosse uma parvoice muito engraçada, já teria milhões de visualizações. Mas como tudo na vida, cada um come o que gosta, não é por acaso que este mundo é um grande contentor de lixo, pois é o que produzimos e gostamos. 

Não valorizo partidos, apenas valorizo pessoas, para mim só importa que se diga o que deve ser dito, mesmo que se esteja a falar para as paredes, o importante é dizer que não pertencemos aos mesmos grupos que são contra a democracia social e contra a dignidade humana. Afinal, quem contribui para a degradação humana não pode ser digno de viver. Mas normalmente vivem em grande luxo, rodeados de prazer e à fartazana. Mas infelizmente a vida são dois dias, e quando se está no fim, pensar que só se praticou o mal, e não o bem, deve ser muito doloroso. A não ser que seja um animal irracional.  

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O Rambo


O famoso personagem de um pacato ex-combatente que chega a uma pequena cidade, tranquila, praticamente sem crimes, porque não há quem os pratique, porque simplesmente não há criminosos, e como tal, o xerife e seus subordinados como não têm que fazer, decidiram implicar com o forasteiro que apenas estava de passagem e o que queria era que o tratassem como humano e o deixassem em paz, porque de guerra já estava ele farto. Então o durão xerife que não gosta de cabeludos forasteiros e ainda muito menos de ex-combatentes de guerras, que os seus governantes e o santo deus presidente deles fizeram para massacrar os rapazes inocentes do país, decidiu dar as boas vindas ao solitário viajante, de uma maneira pouco simpática, mesmo antes de este entrar na pequena cidade, se assim se pode chamar.

Este famoso personagem, interpretado pelo excelente ator Sylvester Stallone, é o exemplo de que, quem mantem a ordem nem sempre é dono e senhor de fazer o que lhe dá na real gana e, apenas por gostar ou não gostar das pessoas, agem de forma nojenta e desumana, usam e abusam do frustrado poder que têm, para impor o que não têm moral para fazer, manter a ordem seja lá onde for. E seja na América, em Portugal, ou seja onde for, polícia é para manter a ordem quando há desordem e não provocar a desordem, ou não ter olhos para ver quem a provoca, e aí sim, agir conforme os atos irresponsáveis por agitadores que lançam a confusão, mas que saem impunes, e os lesados são sempre os inocentes foliões que apenas estavam ali para se divertirem, festejarem ou manifestarem o que quer que seja.

A polícia é muito nervosa, mal vejam uma pulga a saltar, viram-se logo à porrada aos elefantes, e usam toda a força bruta, pois os monstros são enormes, e então o monstro que existe na cabeça deles, é enorme mesmo, a frustração, a estupidez, e a força que usam com as armas que têm, e só por isso são tão fortes, porque de resto, são meros seres insignificantes como outros quaisquer.

Enquanto uns roubam e destroem tranquilamente património alheio, a polícia não está lá, porque está ocupada a usar a repressão em inocentes cidadãos pacatos. Isto é próprio de uma justiça completamente cega e com o aval de ministros da qual são responsáveis, mas que aplaudem o tresloucado ato irracional dos senhores que eles confiam para zelar pela segurança do povo, deve ser por isso que os ladrões e assassinos proliferam pelo país e pelo mundo, deve ser do medo que têm da segurança imposta pela poderosa polícia.

Já em outros tempos, Jesus dizia a quem injustamente, condenavam as pessoas em praça pública, sem terem a certeza do mal que elas faziam, apenas por questões estupidas de moral, mas sem refletirem que também não são santos, nem ninguém é perfeito. Dizia ele: Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra. Ou, perdoai-lhes senhor, que eles não sabem o que fazem.

Os temíveis durões, muitas vezes só o são fora de casa, na rua ou no trabalho, porque muitos, (e serão quase todos) em casa até levam porrada da mulher, ou então batem eles nas mulheres, de tão cobardes que são, e para mostrarem a real força que têm nos braços e de pulso, já que não a têm em outro sítio, para praticarem o amor, a delicadeza e a sensibilidade humana de que os seres inteligentes usam.

Na ficção, O Rambo destruiu uma pequena cidade, e quase matou todos os polícias que ali zelavam pela segurança de um povo pacato, que não os incomodava, e usufruindo do dinheiro dos contribuintes, o todo-poderoso chefão usa toda a força e a arrogância contra um único homem, pensando que a lei está acima da dignidade de um homem qualquer, só que não pensou, que nem todos os homens são carrascos das leis, nem das injustiças. O Rambo só quis mostrar, que o homem só se transforma em bicho se for tratado como tal.     

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Mundo cão




A aflição de uns e a passividade de outros, faz deste mundo um lugar horrível para se viver, o que se vê neste vídeo e o que se passa nos países onde decorrem as guerras provocadas pelos senhores da guerra, arquitetos do terror, que criaram as seitas assassinas para devastar a população do mundo, Médio Oriente e África). E na verdade, eles continuam quase impunes, porque não há interesse nem poder por parte dos poderosos governantes em resolver e terminar a chacina, pois eles criaram o monstro que agora não conseguem deter, o objetivo era esse, mesmo ouvindo nós as palavras ditas por estes impostores, de que estão a lutar contra o mal, o certo é que o mal são eles próprios, por isso, e só isso, o povo está deveras enganado e iludido, as evidencias são muitas do que eles querem que nos aconteça, embora depois venham lamentar imenso as trágicas mortes sofridas, lá no fundo dirão que ainda só estamos a começar.

As pessoas continuam a não ouvir os alertas de quem já abriu os olhos, as pessoas continuam a não dar interesse aos que escrevem, os que fazem e divulgam vídeos a mostrar a realidade da podridão deste mundo. As pessoas continuam a dar interesse às notícias cor-de-rosa, do bebé da princesa, os golos de um jogador qualquer que dizem ser importante, porque ganha e tem muitos milhões, as namoradas dos senhores milhões, e os vestidos usados nas galas extravagantes e nojentas. É como dizem algumas pessoas de barriga cheia: Com o mal dos outros posso eu bem, desde que não seja nada comigo, está tudo bem.

Pois não é nada fácil virar as atenções da realidade, e ver as terríveis desgraças que se passam no mundo e assobiar para o lado, só pode ser um ato de pura cobardia e desumano, mas é o que se vê mais nesta sociedade egoísta, fria, calculista e atordoada pela ilusão, mas que nos vai custar muito caro, não só monetariamente, mas principalmente o custo da própria vida. Veja-se só o número de suicídios, que têm aumentado bastante e relacionados com o desespero que chega ao limite, a miséria, a perda de emprego e a perda de bens e ficar sem destino, e quem perde tudo materialmente, só lhe resta perder a vida e terminar com a horrorosa odisseia pelo mundo da real fantasia. Por isso as pessoas que se manifestam a reivindicar os seus direitos, não o fazem por interesses partidários, mas sim pelo direito à vida, mas se os governantes mandam as forças de segurança massacrar o povo, então os governantes não querem o bem do povo, não querem que este viva. É deprimente quando os relatórios das forças de segurança dizem que nas manifestações de trabalhadores, foi usada a força por motivos de segurança pública e que havia agitadores ou arruaceiros, pois os únicos agitadores que normalmente se vê, tanto nas imagens, como o que se vê no local, são precisamente eles, porque são os únicos que começam aos tiros e a lançar granadas de gás, porque a ordem é para acabar com a manifestação embaraçosa para os políticos governantes que não têm soluções sociais, só têm soluções de guerra.        


sábado, 2 de maio de 2015

Nas garras do capitalismo fascista


Não há volta a dar, estamos nas mãos deles. Das comemorações do 25 de abril (dia da liberdade) e 1º de maio (dia do trabalhador), assistimos a mais uma série de trapalhadas do costume, e acima de tudo, vimos e ouvimos os mesmos discursos péssimos e enjoativos dos mesmos malabaristas de sempre. Os malditos apelos do costume de uns, e as promessas eleitorais (do outro mundo) de outros, e o casamento de conveniência que já estava efetuado, mas que foi novamente anunciado, e parece ser eterno (ou até que a morte os separe). Na verdade, (e para mim não é novidade) com os políticos que temos, estamos entregues à bicharada, e o poder económico, (os senhores glutões) é que se vão safando na maior das tranquilidades e sempre favorecidos pelo padrinho Estado. Os senhores grandes empresários têm sempre uma estratégia para dar a volta aos revolucionários esquerdistas sindicalistas que ameaçaram, (e concretizaram) com greves nas grandes superfícies e supermercados, e muito bem. Pois realmente as pessoas que trabalham neste sector são quase escravos e autênticos bonecos de marionetas. Como se viu, a greve não teve muito efeito, estes estabelecimentos trabalharam quase na normalidade. E porquê? Porque a maioria destes trabalhadores estão com trabalho precário, a contrato, ou em estágio, e por isso é quase proibido eles fazerem greve, pois no outro dia já não entrariam ao serviço. Depois, estes empresários não perderam tempo, e logo anunciaram em força, grandes promoções e incentivo às pessoas para irem às compras nesse dia, (1º de maio, dia do trabalhador) até enviaram mensagens para o telemóvel das pessoas, tal é o massacre económico e imperialista destes senhores, que querem exterminar feriados de datas incómodas, assaltam as pessoas até ao último cêntimo, com promoções apetitosas, e como as pessoas estão com falta de meios económicos, não lhes resta outra alternativa que não seja a submissão, e até guerreiam entre elas para gastarem o que não têm. Uma selvajaria vergonhosa, uma humilhação social, oportunismo mesquinho, porque baixam os preços nas datas que lhes apetece e mais lhes convém, mas depois recuperam noutras alturas, e as pessoas terão que comprar na mesma, tenham ou não tenham dinheiro, e para além dos últimos cêntimos que tinham no bolso, lá vai o cartão ficar a zero outra vez. E o povo lá vai andando, tramado e mal pago, não vão às manifestações das comemorações do 25 de abril nem do 1º de maio, porque têm que ir às compras de conveniência própria, e deles, os senhores ultra milhões. Aproximam-se eleições, para ficar tudo na mesma, talvez o povo goste, e eles agradecem, se nós pedimos mais, eles dão-nos mais, (porrada) e merecemos.