sábado, 12 de setembro de 2015

O otimismo que nos ilude e o pessimismo que nos acautela



- As forças do poder económico, muito ágeis e inteligentes, iludem os pategos cidadãos comuns, com produtos muito apelativos e com todas as vantagens e lucros mais ou menos apetitosos para investidores mais ou menos endinheirados, umas palavras mágicas e negócio fechado, este já está no papo. Muitos produtos disponíveis e é só escolher o mais lucrativo e de menor risco. Mas como saber? O que nos aconselham é realmente o melhor para nós? Hum! Não me parece! Esmola grande é sempre de desconfiar. Confiar em quê e quem? Quem tem muito dinheiro corre riscos, quem não tem muito também corre. Investir em quê? Em produtos tóxicos! Não. Os de menor risco podem ficar limitados, conforme os problemas que surjam nas danças políticas e incertezas económicas dos mercados. Investir em património imobiliário ou outros, podia ser uma solução, como já foi em tempos, que se comprava património imobiliário, e valorizavam com o passar do tempo, mas hoje até isso é incerto, com o sobe e desce dos valores, e os impostos exorbitantes desse património, todos sabemos que quando compramos um bem imobiliário, esse bem nunca é nosso completamente, pois continua-se a pagar um imposto toda a vida, que é quase o mesmo que estar a pagar uma renda numa casa alugada. No entanto, parece que ninguém aprende a lição, com os erros do passado, e as pessoas continuam a confiar demais nos demagogos otimistas políticos, que pintam um quadro com uma imagem cor-de-rosa, para tentar tapar o fundo de uma tela completamente preta. Mesmo quando tudo indica, (e os alertas são muitos, de conceituados economistas mundiais) que a tempestade ainda não passou, pelo contrário, ela pode ficar mais forte que nunca. O colapso económico mundial pode estar por aí algures, como um vulcão prestes a explodir, mas não se sabe quando.    

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