sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O esperado aconteceu


Querem destes porteiros à porta das vossas casas? Talvez venham a ter! Mas pelas piores razões.

O esperado aconteceu! Ho! Não! Este gajo deve estar maluco! Não! Eu não estou maluco, vocês é que estão todos malucos! Então a senhora democrata é que era favorita? Pois, pelas sondagens, eu também pensei que o milagre pudesse acontecer, mas nunca acreditei nisso, ou pelo menos fiquei sempre com dúvidas, porque afinal, as sondagens diz-nos as intenções de voto do povo, e de facto, era uma realidade, a maioria realmente votou na candidata democrata, mas, os nossos inteligentes enganadores do povo, a comunicação social, parecem esquecer o sistema eleitoral dos EUA. Um sistema um pouco complicado, que tudo pode mudar nas contas finais, o que acabou por acontecer, e já não é a primeira vez que acontece na história desse país; o que se revela angustiante para quem vota e deseja um resultado, que depois, mesmo acontecendo popularmente, acaba por se inverter na eleição final do presidente. Por muito doloroso que possa ser para o povo em geral, é assim que eles querem, e a pergunta que se faz é a seguinte: Porque é que tem que ser assim? Na democracia, e muitas pessoas entendem assim, quando se vota em vários candidatos a presidente, ou governo de um país, espera-se que o candidato, ou partido que tenha mais votos, e que tenham uma maioria que lhe dê as condições para governar, ou presidir o país, seja eleito. Bem, cada país tem a sua maneira de eleger os seus governantes, mas para a maioria do povo, acaba muitas vezes por ser frustrante e desolador tais sistemas, porque afinal, descredibiliza o voto do povo, e por isso, se tem visto grandes percentagens de abstenção, muito por causa destes sistemas, e por causa da falta de credibilidade nos políticos. Nunca acreditei na seriedade da votação popular, sempre me cheirou a falsidade e pouco credível os atos eleitorais, e os sistemas eleitorais ainda mais duvidosos são, porque não me sai da ideia de que os interesses são grandes demais para que se dê a credibilidade total ao povo. É isso que me assusta, porque a democracia, fala-nos no voto livre, um dever cívico e de importância nacional, que devemos escolher quem queremos que nos governe, mas depois, sai-nos tudo ao contrário, muitas vezes porque não sabemos escolher, e outras vezes porque nos dão a volta, e tudo vira ao contrário. Eu continuo a pensar que nos países mais importantes da economia mundial, de estratégia política e militar, tudo é controlado por uma força muito mais poderosa que os próprios políticos, estes são apenas os servidores dos interesses dessa força poderosa, e pior ainda, eles conseguem iludir grandes massas populares a os seguir como se fossem ídolos divinos, não duvidem disso, porque estarão a ser hipócritas. Vejam o quão pequeninos somos perante esses monstros que dominam o mundo e nos escravizam, vejam como eles só precisam de nós, para subirem, degrau a degrau até ao topo máximo, e depois desprezam-nos, abandonam-nos numa valeta qualquer, como lixo de uma sociedade mesquinha, imprestável, pestilenta, fedorenta, um estorvo para a alta sociedade, que são eles e só eles, os importantes e únicos seres, a ter todo o privilégio de viver com todo o conforto merecido, por serem os todo-poderosos senhores do mundo, que é deles e só deles.


Os americanos vão ter uma tormenta pela frente, e o mundo também, o novo presidente dos EUA, tem duas caras, ou mais, não é credível, e tem aliados duvidosos, como o líder russo, chinês e israelita, o que até poderia ser bom, mas também pode vir a ser péssimo para o resto do mundo. Pode não ter sido o que a maioria dos americanos escolheu, mas foi o que lhes saiu na roleta de casino, o jogo da sorte e do azar, o jogo dos interesses.